Sabe, estava refletindo..
Um dos maiores problemas do ser humano é a altura. Sim, a altura. Nós somos muito altos e grande. Se nós medíssemos o mesmo que uma formiga, o mundo ficaria tão mais interessante. O jardim de uma casa seria uma aventura enorme. Claro, que daí as casa também seriam pequena, então não teria muito graça... Mas suponhamos que ainda tivessem tudo com o que estamos acostumados...
Se a gente acha seres pequenos, ignoramos ou matamos, formigas, caracóis, aranhazinhas... Só nos importamos com o que é grande. Descobertas de mamíferos são muito mais valorizadas do que as de insetos.. Mas se fôssemos pequenos, seria uma coisa muito mágica encontrar um caracol, uma lagarta... Seria tipo Alice no País das Maravilhas...
Mas como somos grandes, o mundo fica pequeno. =/ Droga.
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3 de agosto de 2008
12 de junho de 2008
Hugues de Lionne
Olá pessoas! Já ouviram falar da novíssima banda, Hugues de Lionne?
Pois é, eu sou um integrante e queria que vocês comprassem nosso primeiro CD:
'Mansion Built Upon Sand'
Aqui está a capa, para aqueles que gostam de um CD com capa bonita:

Vão no camelô mais próximo e arranjem o seu!
--------------------------------------------------------------------------------
Ok, aqui tá o negócio. É uma nova brincadeira muito iradinha que eu peguei da Arlequina.
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
;)
Pois é, eu sou um integrante e queria que vocês comprassem nosso primeiro CD:
'Mansion Built Upon Sand'
Aqui está a capa, para aqueles que gostam de um CD com capa bonita:
Vão no camelô mais próximo e arranjem o seu!
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Ok, aqui tá o negócio. É uma nova brincadeira muito iradinha que eu peguei da Arlequina.
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
;)
11 de junho de 2008
AA: Ausentes Anônimos
Oi, meu nome é Rodrigo.
Ooooooi, Rodrigo!
Eu me ausentei do meu blog há um tempo. Mas eu tô tentando parar, juro. É difícil. Mas aos poucos eu vou voltar a ativa.
Fazem cara de compreensivos.
E... é só isso que eu queria dividir.
CLAPCLAPCLAP. Parabéns. Nós acreditamos em você. Próximo.
Oi, meu nome é Joaquim.
Ooooooooooi Joaquim!...
Ooooooi, Rodrigo!
Eu me ausentei do meu blog há um tempo. Mas eu tô tentando parar, juro. É difícil. Mas aos poucos eu vou voltar a ativa.
Fazem cara de compreensivos.
E... é só isso que eu queria dividir.
CLAPCLAPCLAP. Parabéns. Nós acreditamos em você. Próximo.
Oi, meu nome é Joaquim.
Ooooooooooi Joaquim!...
7 de maio de 2008
Post-Denúncia
Olha... Não sei se vocês se lembram da casa no fim da rua, que eu descrevi no meu segundo post...
Se não, cliqueaqui. =)
Novas informações sobre ela:
Antes de começar, tudo o que eu escrevo aqui é real, tá? Por mais bizarro que pareça.
Enfim, começarei descrevendo a casa, porque não o fiz corretamente no post anterior.
Ela, hoje, é colorida. Aparentemente, a dona (quem eu gentilmente chamarei também de bruxa) gosta de pintá-la. Ela tem dois andares. E é pintada nas cores, amarela, azul, verde, vinho, rosa, vermelho, branco e alguns toques de laranja. Pois é.. freak.
Como já disse, lá dentro existem as árvores mais velhas do mundo. Elas são enormes, grossas e algumas têm cipós. Outro fato interessante: A casa vai de uma esquina a outra. o.O Pois é, ela é enorme. E o mais bizarro, quase todo o espaço tem construção, nada de jardim. Parece ter um galpão enorme nos fundos.
O gnomo de jardim que eu disse existir, não existe... É, na verdade, em uma casa mais adiante. Quem sabe um dia eu mapeie minha rua e descreva as casas e pontos? Enfim...
Descobri recentemente, no feriado do Dia do Trabalho, que a minha tia também tinha medo dessa casa quando ela era criança. Que a mulher que mora lá já era velha na época dela e que continua assim (Ela é realmente velha, mas fui informado de que ela aparenta a mesma idade de 20 anos atrás)... Ela nunca fica fora por muito tempo, não que eu tenha reparado. Sei que na frente da casa dela têm duas árvores que tem essas flores que até que não são feias, mas são chatas porque ficam caindo na sua cabeça.
Lá trabalha uma mulher não muito nova, mas também não de meia idade. Eu a vi duas vezes. Em uma, ela varria a rua, em outra ela lavava o chão do jardinzinho de entrada da casa. Ela parece normal.
Agora, a coisa que eu acho mais freak sobre a casa: os animais.
Ela tem um pastor alemão. Ok, nada demais. Não o vejo muito, imagino que ele fique preso nos fundos da casa. Ela tem um cágado. Sim, um cágado, daqueles grandes. Eu acho até que isso é ilegal. o.O Só o vi uma vez. Eu sempre escuto barulho de galo cantando vindo da casa dela, e outras pessoas também. Pela freqüência da cantoria, ela deve ter, no mínimo, uns dois. Outro bicho que eu já ouvi foi uma coruja. O que eu também acho que é ilegal...
Pois é... Ela parece ter o perfil de uma criminosa, né? Toda misteriosa, traficando drogas e animais silvestres. =)
Se não, cliqueaqui. =)
Novas informações sobre ela:
Antes de começar, tudo o que eu escrevo aqui é real, tá? Por mais bizarro que pareça.
Enfim, começarei descrevendo a casa, porque não o fiz corretamente no post anterior.
Ela, hoje, é colorida. Aparentemente, a dona (quem eu gentilmente chamarei também de bruxa) gosta de pintá-la. Ela tem dois andares. E é pintada nas cores, amarela, azul, verde, vinho, rosa, vermelho, branco e alguns toques de laranja. Pois é.. freak.
Como já disse, lá dentro existem as árvores mais velhas do mundo. Elas são enormes, grossas e algumas têm cipós. Outro fato interessante: A casa vai de uma esquina a outra. o.O Pois é, ela é enorme. E o mais bizarro, quase todo o espaço tem construção, nada de jardim. Parece ter um galpão enorme nos fundos.
O gnomo de jardim que eu disse existir, não existe... É, na verdade, em uma casa mais adiante. Quem sabe um dia eu mapeie minha rua e descreva as casas e pontos? Enfim...
Descobri recentemente, no feriado do Dia do Trabalho, que a minha tia também tinha medo dessa casa quando ela era criança. Que a mulher que mora lá já era velha na época dela e que continua assim (Ela é realmente velha, mas fui informado de que ela aparenta a mesma idade de 20 anos atrás)... Ela nunca fica fora por muito tempo, não que eu tenha reparado. Sei que na frente da casa dela têm duas árvores que tem essas flores que até que não são feias, mas são chatas porque ficam caindo na sua cabeça.
Lá trabalha uma mulher não muito nova, mas também não de meia idade. Eu a vi duas vezes. Em uma, ela varria a rua, em outra ela lavava o chão do jardinzinho de entrada da casa. Ela parece normal.
Agora, a coisa que eu acho mais freak sobre a casa: os animais.
Ela tem um pastor alemão. Ok, nada demais. Não o vejo muito, imagino que ele fique preso nos fundos da casa. Ela tem um cágado. Sim, um cágado, daqueles grandes. Eu acho até que isso é ilegal. o.O Só o vi uma vez. Eu sempre escuto barulho de galo cantando vindo da casa dela, e outras pessoas também. Pela freqüência da cantoria, ela deve ter, no mínimo, uns dois. Outro bicho que eu já ouvi foi uma coruja. O que eu também acho que é ilegal...
Pois é... Ela parece ter o perfil de uma criminosa, né? Toda misteriosa, traficando drogas e animais silvestres. =)
2 de maio de 2008
Brabuleta
Se eu sêsse uma brabuleta
Durada dos zóio azul,
Eu avoía, eu avoía,
Tomanu suco de cajú!
Que pena que eu não sou uma brabuleta.
6 de abril de 2008
Blábláblá Larápius Sachê blábláblá...
Março acabou. =D E como demorou para acabar. Abril promete ser muito melhor, e está começando até que bem.
Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...
Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...
Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).
O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.
A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.
A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.
Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.
Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.
Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!
Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...
Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...
Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).
O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.
A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.
A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.
Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.
Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.
Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!
15 de março de 2008
Março
E aí?
E aí que eu não sei. Não tenho bola de cristal.
Ai, Março. Mês de Merda. ¬¬
Jesus morreu na cruz por mim. É... Pois é. Valeu irmão!
E aí que eu não sei. Não tenho bola de cristal.
Ai, Março. Mês de Merda. ¬¬
Jesus morreu na cruz por mim. É... Pois é. Valeu irmão!
17 de fevereiro de 2008
Periquito
Ok, eu já comecei esse maldito post 3 vezes, sem sucesso, com vários assuntos diferentes. Mas enfim...
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
24 de janeiro de 2008
Sem Assunto.
Eu queria ter um assunto bem legal pra por aqui.
E até tenho, vários me vêm à mente, mas não consigo desenvolver nenhum, então falarei de algo completamente aleatório.
Meu Ipod está com 1045 músicas. Estou super orgulhoso. Ele tá mó arrumadinho, mas ainda não 100%, tem umas músicas que estão sem artista, e várias sem álbum. Assim que eu arrumar essas duas coisas, eu quero colocar as letras de todas as músicas. E depois imagens, tipo a capa dos CDs, ou fotos dos artistas.
Acho que parte dessa mania de querer tudo nos trinques e bem arrumado vem por causa de 2008 que acabou de começar. Sempre que é o início de uma nova fase, eu fico um pouco obcecado com arrumar, linear, categorizar e etc.
Acho saudável. Dizem que é porque sou de Virgem, mas não tenho certeza. Meus conceito de organização e bagunça são um pouco deturpados se você pegar como base os conceitos padrões. Eu por exemplo, sou super organizado dentro da minha bagunça. Se eu deixo uma das minhas camisetas em cima da TV e a outra embaixo da cadeira, na minha cabeça, eu saberei exatamente onde elas estão para a próxima vez que eu queira usá-las. Não é bagunça, é só preguiça de arrumar tudo. Porém desarrumado não significa desorganizado. Pelo menos, não para mim.
Bom, apesar de que um bando de coisa que significa x pros outros, significa y pra mim. Pode parecer egocentrismo, mas na verdade não é. É uma questão de personalidade. A minha se baseia nos meus próprios valores, que como os de todo mundo tem influência externa obviamente, porém essa influência não existe se for apenas por motivos de aceitação ou coisa do tipo. Eu próprio dito o limite entre quando é válido mentir e quando se torna sacanagem, quando que persistente vira teimoso e coisas do tipo.
Eu gosto de viver assim.
Bom, agora que uploadei isso aqui, deixe-me voltar a minha vida sem assunto. =P
E até tenho, vários me vêm à mente, mas não consigo desenvolver nenhum, então falarei de algo completamente aleatório.
Meu Ipod está com 1045 músicas. Estou super orgulhoso. Ele tá mó arrumadinho, mas ainda não 100%, tem umas músicas que estão sem artista, e várias sem álbum. Assim que eu arrumar essas duas coisas, eu quero colocar as letras de todas as músicas. E depois imagens, tipo a capa dos CDs, ou fotos dos artistas.
Acho que parte dessa mania de querer tudo nos trinques e bem arrumado vem por causa de 2008 que acabou de começar. Sempre que é o início de uma nova fase, eu fico um pouco obcecado com arrumar, linear, categorizar e etc.
Acho saudável. Dizem que é porque sou de Virgem, mas não tenho certeza. Meus conceito de organização e bagunça são um pouco deturpados se você pegar como base os conceitos padrões. Eu por exemplo, sou super organizado dentro da minha bagunça. Se eu deixo uma das minhas camisetas em cima da TV e a outra embaixo da cadeira, na minha cabeça, eu saberei exatamente onde elas estão para a próxima vez que eu queira usá-las. Não é bagunça, é só preguiça de arrumar tudo. Porém desarrumado não significa desorganizado. Pelo menos, não para mim.
Bom, apesar de que um bando de coisa que significa x pros outros, significa y pra mim. Pode parecer egocentrismo, mas na verdade não é. É uma questão de personalidade. A minha se baseia nos meus próprios valores, que como os de todo mundo tem influência externa obviamente, porém essa influência não existe se for apenas por motivos de aceitação ou coisa do tipo. Eu próprio dito o limite entre quando é válido mentir e quando se torna sacanagem, quando que persistente vira teimoso e coisas do tipo.
Eu gosto de viver assim.
Bom, agora que uploadei isso aqui, deixe-me voltar a minha vida sem assunto. =P
30 de novembro de 2007
Postagem aleatória # X
Oh céus... Estava eu revendo meus "Rod QUER" e notei que quase nada ali foi realisado. Me sinto frustrado. Na realidade eu queria poder preencher aquela lista com mais coisas - coisa que eu consegueria fazer se tivesse auto-disciplina o suficiente para focar naquilo. Enfim... Percebi que meu sonho de facul de Jornalismo foi por água abaixo, e estou considerando fortemente RP e Rel (Para os leigos, Relações Públicas e Relações Internacionais). Logo se vê que my thing são as relações, né?
Enfin... Mudando de assunto... Vim aqui seguir a tradição da dona Thera. Que me deu um memê (creio que seja esse o nome), e irei repassá-lo. Obrigado, Thera.
Bom, o memê desta moça consiste em abrir o livro mais próximo na página 61, ou 161 ou 261... enfim, e no 5º parágrafo e colocar aqui o que estiver escrito...
Bom, o livro mais próximo é "Pequeno Manual de Instruções para a Vida" que não tem páginas numeradas, portanto eu tive que ir contando para descobrir qual era a 61.
".215. Nunca vá ao armazém ou supermercado quando estiver com fome. Você comprará mais do que precisa"
é isso...
Muito importante. Reflitam.
Eu passarei isso à Arlequina e ao Dih
Enfin... Mudando de assunto... Vim aqui seguir a tradição da dona Thera. Que me deu um memê (creio que seja esse o nome), e irei repassá-lo. Obrigado, Thera.
Bom, o memê desta moça consiste em abrir o livro mais próximo na página 61, ou 161 ou 261... enfim, e no 5º parágrafo e colocar aqui o que estiver escrito...
Bom, o livro mais próximo é "Pequeno Manual de Instruções para a Vida" que não tem páginas numeradas, portanto eu tive que ir contando para descobrir qual era a 61.
".215. Nunca vá ao armazém ou supermercado quando estiver com fome. Você comprará mais do que precisa"
é isso...
Muito importante. Reflitam.
Eu passarei isso à Arlequina e ao Dih
25 de agosto de 2007
Suspiros e reclamações
Suspirou uma vez e se sentou sobre um cogumelo que parecesse resistente. Olhou em volta e notou a quantidade de cogumelos parecidos que encontrava espalhados pelo chão. Eles variavam em cores e tamanhos. Também observou os gnomos que andavam ocupados no jardim, fazendo mil tarefas, entre elas planejar o jantar daquela noite: uma criança gordinha e apetitosa. Viu, sem um piscar de olhos, grandes fênixes no céu a voar despreocupadas e também duendes adolescentes comentando com suas gírias sobre mil-e-uma maneiras de enfeitar seus gorros.
Levantou-se devagarzinho e caminhou em direção à fonte de águas mágicas, passando pelo caminho elfos, grifos e doninhas falantes. Aquela fada se apoiou sobre a mármore da fonte e ficou observando nas águas as pessoas que lá eram visíveis.
Eram seres humanos, nada mais do que isso. Andando em calçadas pavimentadas, escutando I-pods, correndo, indo ao trabalho de ônibus, sendo assaltados, sorrindo de alegria, chorando de raiva, perdidos em emoções e muitas vezes expressando opacidade.
Foi então que a fada suspirou outra vez e deixou sair baixinho, mais para si mesma do que para qualquer outro: Que vida sem graça a minha.
Levantou-se devagarzinho e caminhou em direção à fonte de águas mágicas, passando pelo caminho elfos, grifos e doninhas falantes. Aquela fada se apoiou sobre a mármore da fonte e ficou observando nas águas as pessoas que lá eram visíveis.
Eram seres humanos, nada mais do que isso. Andando em calçadas pavimentadas, escutando I-pods, correndo, indo ao trabalho de ônibus, sendo assaltados, sorrindo de alegria, chorando de raiva, perdidos em emoções e muitas vezes expressando opacidade.
Foi então que a fada suspirou outra vez e deixou sair baixinho, mais para si mesma do que para qualquer outro: Que vida sem graça a minha.
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