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3 de agosto de 2008

Problema

Sabe, estava refletindo..

Um dos maiores problemas do ser humano é a altura. Sim, a altura. Nós somos muito altos e grande. Se nós medíssemos o mesmo que uma formiga, o mundo ficaria tão mais interessante. O jardim de uma casa seria uma aventura enorme. Claro, que daí as casa também seriam pequena, então não teria muito graça... Mas suponhamos que ainda tivessem tudo com o que estamos acostumados...

Se a gente acha seres pequenos, ignoramos ou matamos, formigas, caracóis, aranhazinhas... Só nos importamos com o que é grande. Descobertas de mamíferos são muito mais valorizadas do que as de insetos.. Mas se fôssemos pequenos, seria uma coisa muito mágica encontrar um caracol, uma lagarta... Seria tipo Alice no País das Maravilhas...

Mas como somos grandes, o mundo fica pequeno. =/ Droga.

31 de julho de 2008

We All Deserve to Die!

We all deserve to die!
Tell you why, dear reader, tell you why
Because in all of the whole human race, dear reader,
There are two kind of man, and only two.
There's the one staying put in his proper place,
And the one with his boot in the other one's face.
Look at me, dear reader, look at you!
We all deserve to die, even you, dear reader, even I!

11 de junho de 2008

AA: Ausentes Anônimos

Oi, meu nome é Rodrigo.

Ooooooi, Rodrigo!

Eu me ausentei do meu blog há um tempo. Mas eu tô tentando parar, juro. É difícil. Mas aos poucos eu vou voltar a ativa.

Fazem cara de compreensivos.

E... é só isso que eu queria dividir.

CLAPCLAPCLAP. Parabéns. Nós acreditamos em você. Próximo.

Oi, meu nome é Joaquim.

Ooooooooooi Joaquim!...

6 de abril de 2008

Blábláblá Larápius Sachê blábláblá...

Março acabou. =D E como demorou para acabar. Abril promete ser muito melhor, e está começando até que bem.

Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...

Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...

Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).

O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.

A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.

A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.

Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.

Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.

Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!

15 de março de 2008

Março

E aí?

E aí que eu não sei. Não tenho bola de cristal.


Ai, Março. Mês de Merda. ¬¬

Jesus morreu na cruz por mim. É... Pois é. Valeu irmão!

9 de março de 2008

YEY!

J'ai compris beaucoup de chose que les journalistes a dit aujourd'hui dans TV5 Monde.

YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)

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Ok, relevem isso acima.

Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P

Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.

Por um lado: =)

Por outro: =(

Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.

23 de fevereiro de 2008

Pressure

I can feel the pressure. It`s getting closer now

Pois é.

Eu queria fazer algo bonito, fictício. Ainda não tá rolando. E devido aos acontecimentos dos últimos dias, eu terei que fazer desse um daqueles posts chatos de desabafo que não fazem sentido, pois eu não vou expor todos os motivos aqui. Portanto, "garela", se vcs esperam algo mais, podem ir embora. =P

Ah, e eu não curto muito aqueles comentários do tipo "Melhora","Fica bem!" e coisas do tipo. Não pq são falsos, como muitos dizem por aí, até porque eu não os considero falsos, mas são inúteis e só servem de pressão, pq os outros te querem bem, então vc tem que estar bem. Outra coisa é que eu não tô mal. Minha saúde tá ótima, e o resto, o tempo cura.

Enfim, comecemos o desabafo:

Começou com uma pergunta. Não sei se eu sou muito drama queen, mas para certas coisas na minha vida, eu enxergo conseqüências enormes. E a resposta para essa pergunta, com certeza gera conseqüências enormes, as quais eu já previ que aconteceriam esse ano, logo que ele começou. Devido à preocupação com os efeitos, evitei responder a pergunta, mas de segunda/domingo não escapa, e aí veremos.

Á partir daí, tudo ferrou, pq eu sou uma pessoa que quando está mal tende a ficar mal. Sabe, parecido com a lei da inércia. Então eu vou buscando razões para me manter na fossa. Dessa vez eu até fiz isso, mas teve uma outra razão que me atingiu em cheio, e que eu nem fui atrás. Ou fui?

A primeira vez foi dedução lógica. Não tem como eu levar a culpa por um ataque nonsense seu.

A segunda vez, após já termos conversado, foi inocência. Poxa. Era OBVIAMENTE gente com quem vc não se dá. E um programa que vc SABIDAMENTE não curte.

A terceira vez foi por dedução lógica de novo. Desculpa se eu não levo suas palavras ao pé da letra, mas ridícula a chateação. E a mágoa com as outras pessoas também não tem fudamento. Com uma é por puramente ela ser quem é, com outras duas era só expor o que vc acha, e a outra é viagem da sua cabeça.

Quando vi, segunda, que estava chateada, eu obviamente me afastei. Não teria a mesma conversa pela terceira vez, quando já tinha demonstrado meus argumentos. E os favores que pedi, eu poderia ter pedido para qualquer outro. Eles foram só para a semana inteira não ter sido somente distância entre nós dois.

Enfim, apesar de essa parte ser destinada a alguém, acho que esse alguém não lerá.

E os outros fatores que eu sempre procuro, eu sempre acho, mas eles também acabam sempre indo embora, apesar de crônicos.

UFA.

Acho que é isso.

Depois volto com os resultados da pressão.

Beijos em que lê/leu essa budega.

4 de fevereiro de 2008

Proteção

A minha espiritualidade é algo diferente, assim como eu acho que é com a maioria das pessoas hoje em dia. Acho isso um fator muito positivo, pois cada um deveria realmente exercer aquilo que lhe faz bem de forma pessoal, afinal somos todos diferentes uns dos outros.

Enfim, quanto a mim... Nasci em família católica, portanto fui batizado. Entretanto, não tenho religião. E também acho difícil a idéia de acreditar em um ou mais deuses. Porém, não sei se posso ser chamado de ateu, pois se fosse somente pela formação morfológica da palavra (a = negação, teu = deus), eu seria sim. Mas considerando o sentido dela, eu já não sei.

Eu acredito em Destino, de uma maneira muito particular. Acredito na Natureza, como uma força extremamente poderosa e auto-suficiente. E não tem nada que me faça sentir mais energizado do que um banho de lua, ou contato com água. Acredito num mundo cinza, pois não existe nem preto e nem branco. Temos todos um pouco de bem e de mal, e não me diga o contrário. =P

Porém existe uma coisa, a qual eu tenho minhas dúvidas: espíritos e coisas relacionadas. Acredito em certos pontos, desacredito em outros, mas não é isso o que interessa. Eu criei toda essa introdução para falar de um causo que me aconteceu ontem à noite, enquanto eu voltava para casa.

Já estava na minha rua, quando vi um gato saindo debaixo de um carro. Eu parei e o chamei, coisa que sempre faço. Eu tenho uma relação meio ambígua com gatos. Ao mesmo tempo que sou fascinado com eles e atraído a eles, também tenho receio e um pouco de insegurança. Eu disse que sempre chamo os gatos que vejo, mas não disse que eles nunca vêm. As minhas únicas duas experiências com gatos simpáticos foram com o da minha tia, o de uma amiga, e um filhotinho em uma pet shop.

Enfim, esse gato veio. Roçou em mim como gatos fazem, com a cauda levantada e a coluna arqueada e ficou parado, encostado na minha perna e olhando para a minha frente. Ele já estava olhando na mesma direção antes de eu chamá-lo. Okay, segui em frente, mas o gato me seguiu devagar, então o chamei novamente. Ele veio mais uma vez, se roçou como da última vez, mas mais demoradamente e ficou olhando para frente com o olhar rígido. Eu o acariciei, ele agradeceu, mas não tirava os olhos do lugar.

Não sei como explicar, mas me senti muito protegido. Extremamente seguro com aquele gato olhando por mim e sorri. Depois continuei, ele me seguiu por pouco tempo, mas parou em alguns sacos de lixo.

Foi uma experiência tão bacana que queria dividir aqui. Pode parecer bobagem, mas esse gato realmente me passou alguma coisa boa.

24 de janeiro de 2008

Sem Assunto.

Eu queria ter um assunto bem legal pra por aqui.

E até tenho, vários me vêm à mente, mas não consigo desenvolver nenhum, então falarei de algo completamente aleatório.

Meu Ipod está com 1045 músicas. Estou super orgulhoso. Ele tá mó arrumadinho, mas ainda não 100%, tem umas músicas que estão sem artista, e várias sem álbum. Assim que eu arrumar essas duas coisas, eu quero colocar as letras de todas as músicas. E depois imagens, tipo a capa dos CDs, ou fotos dos artistas.

Acho que parte dessa mania de querer tudo nos trinques e bem arrumado vem por causa de 2008 que acabou de começar. Sempre que é o início de uma nova fase, eu fico um pouco obcecado com arrumar, linear, categorizar e etc.

Acho saudável. Dizem que é porque sou de Virgem, mas não tenho certeza. Meus conceito de organização e bagunça são um pouco deturpados se você pegar como base os conceitos padrões. Eu por exemplo, sou super organizado dentro da minha bagunça. Se eu deixo uma das minhas camisetas em cima da TV e a outra embaixo da cadeira, na minha cabeça, eu saberei exatamente onde elas estão para a próxima vez que eu queira usá-las. Não é bagunça, é só preguiça de arrumar tudo. Porém desarrumado não significa desorganizado. Pelo menos, não para mim.

Bom, apesar de que um bando de coisa que significa x pros outros, significa y pra mim. Pode parecer egocentrismo, mas na verdade não é. É uma questão de personalidade. A minha se baseia nos meus próprios valores, que como os de todo mundo tem influência externa obviamente, porém essa influência não existe se for apenas por motivos de aceitação ou coisa do tipo. Eu próprio dito o limite entre quando é válido mentir e quando se torna sacanagem, quando que persistente vira teimoso e coisas do tipo.

Eu gosto de viver assim.

Bom, agora que uploadei isso aqui, deixe-me voltar a minha vida sem assunto. =P

27 de dezembro de 2007

Oops

Outro quase mês sem postar...

Desculpa, mas sabem como é... minha vida está um caos...

Eu não gostei muito do Natal, normalmente não gosto muito... Mas o Reveillon é ao contrário. Espero que ele chegue logo e com ele o novo ano. *.*

Enfim.. sem posts enormes ou algo do tipo, só queria por aqui um survey que roubei da Bella.


1)O que você fez em 2007 que nunca tinha feito antes?
Ahn, um mol de coisas. Morei na Europa, aprendi a lidar com várias coisas, vivi experiências únicas e outras coisitas más.

2) Você manteve as resoluções de ano novo de 2007 e fará novas para 2008?
Pensando bem... eu não fiz resoluções para 2007, mas acho que as farei para 2008

3) Que lugares você visitou?
Istambul, Dubrovnik, Neum, Brasília...

4) O que você gostaria de ter em 2008 que faltou em 2007?
mais liberdade, somebody to love (8)

5) Que data de 2007 vai ficar marcada em sua lembrança?
25/01/2007.

6) Qual sua maior realização no ano?
me desligar das pessoas ao meu redor.

7) Qual foi o seu maior fracasso?
me segurar quando poderia ter me soltado.

8) Você teve alguma doença?
Alergia como sempre, gripe,... nada demais. Não que eu lembre.

9) Qual foi a melhor coisa que você comprou?
os presentes que eu dei.

10) Que comportamento mereceu comemoração?
Aceitar Santos como uma cidade não nociva.

11) Que comportamento foi deprimente?
Algumas criancisses e foras. XD

12) Pra onde foi a maior parte do seu dinheiro?
Presentes para os outros, saídas, bebida, comida... realmente esse não foi um ano muito materialista

13) O que te deixou realmente excitado?
em que sentido? se for no sentido de feliz... saber que voltarei pra Brasilia, se for no anatômico... hm.. modelos judeus. kkkkkkkkkkk

14) Que canções sempre vão te lembrar de 2007?
Nossa. Um mol. Das mais trash às mais cool. With Me - Sum 41, Put your records on - Corinne Bailey Rae, Rehab - Amy Winehouse, Fuckin' on the dance floor - Dirty alguma coisa. e outras que nem sei o nome.

15) Comparando-se com essa época, no ano passado, você está:

I. mais feliz ou mais triste? Mais triste. Mas só comparando essa época. Comparando o ano inteiro, muito mais feliz.
II. mais magro ou mais gordo? Uns 10 kg mais gordo. O.O
III. mais rico ou mais pobre? X. Na mesma. Dependendo de mamãe e vovós. ¬¬

16) O que você queria ter feito mais?
Namorado, bebido, exercícios físicos.

17) O que você queria ter feito menos?
comido. T___T

18) Como vai passar o reveillon?
Não sei. Na praia definitivamente. Espero encontrar o povo pra beber, mas não sei se conseguirei. X.x

19) Você se apaixonou em 2007?
Oh Yeah

20) Qual foi seu programa de TV favorito?
1º Semestre = Lost, 2º Semestre = Brothers & Sisters

21) Você odeia alguém hoje que não odiava há um ano?
Odiar eu acho que não. Tem gente que eu gosto menos. Os que eu odeio, eu já odiava há um ano. MENTXIRA! Tem uma, mas eu nem conhecia ela há um ano então não vale. kkkkkkkkk

22) Qual foi o melhor livro que você leu?
Não foi um ano de grandes avanços literários. Eu gostei da mensagem de The Sun Also Rises, apesar do livro sucks, estou adorando Lugar Nenhum.

23) Qual foi a sua maior descoberta musical?
Corinne Bailey Rae, The Fray, Redescobri Justin Timberlake, Lily Allen,...

24) O que você quis e conseguiu?
Ir pra Brasília, furar as orelhas...

25) O que você quis e não conseguiu?
Emprego, refurar as orelhas, instalar the sims 2, ...

26) O que você fez no seu aniversário?
Uma festeeenha para alguns amigos. Nada demais.

27) O que teria feito o seu ano infinitamente melhor?
Hm... Não quero soar repetitivo, mas... somebody to love. Morar Sozinho. OW GOD. Como eu quero morar sozinho. e um emprego.

28) Como descreveria seu modo de se vestir em 2007?
Jeans, camiseta, tênis (all star maior parte do tempo) = 2º semestre
Jeans, camisetas, casacos, botas, mais casacos, cachecol, gorro = 1º semestre.

29) O que manteve a sua sanidade?
Minhas conversas comigo mesmo. Por pura ironia, são essas coisas anormais e descritas como insanas que me mantém são.

30) Qual episódio da política que te deixou mais puto?
Ih... Como eu votei nisso hoje, terei que dizer que é o negócio da menina que ficou presa junto com um bando de homem.

31) De quem sentiu falta?
Nossa. Tanta gente.

32) Quem foi a pessoa mais legal que você conheceu? (Who was the nicest person you've met?)
Marta, from Bosnia. \o e a Marina, de Santos.

33) Diga uma lição valorosa que aprendeu em 2007:
Abra os olhos e a cabeça.

26 de outubro de 2007

Owned

Hoje eu posso dizer que tive um dia ownado. Prestem atenção na "situation" do rapaz aqui:
Botei aparelho ontem, certo? Acontece que a dentista que fez o trabalho, não soube fazê-lo direito, e deixou para fora um pedaço do fio metálico que agora circundeia a minha arcada dentária.

Esse fio, porém, começou a me incomodar hoje de manhã, e tive que lidar com ele o dia inteiro. Sabe quais são os resultados? Muita dor de cabeça, e um lado interno da bochecha cheio de feridas e sangue. Agora tenho um algodão lá para separá-los.

Bem, além do fio solto, também tenho um problema sério na coluna, que pegou forte hoje. Ó dia

Enfim, não é sobre isso que quero falar neste post. Quero fazer uma proposta, a qual será comentada lá para o fim. Antes, teremos a outra parte da minha história owned.

Fui à praia. Eu e mais um grupo de amigos fomos tocar violão. Não, eu não toco. Não tenho capacidade, mas fui prestigiar e cantar (mal). Antes de ir para o ponto de encontro, passaria na casa de uma amiga para ir com ela e com outra amiga que também estava lá. No momento de me trocar, pensei logo numa bermuda e numa camiseta clara e folgada. Porém fiquei meio indecido quanto ao que calçar. Obviamente, chinelos seria a opção mais conveniente, todavia meus pés não toleram chinelos, ficando todos massacrados depois de usá-los.

No fim das contas prefiri o chinelo ao tênis, não sei o porquê. Dois minutos de caminhada e meus pés já doíam. "Pronto, já era." pensei. Mas como estava atrasado, ignorei e segui reto teimosamente. Só piorei a situação. Ao chegar na casa da minha amiga, parte do meu pé direito estava em carne viva. Fui o resto do caminho descalço para não piorar.

Ok, curtimos a praia, eu em parte, por culpa do aparelho deifeituoso. Suei, e juntei o suor à sujeira da rua (eu havia ido descalço) e à tudo que a praia tráz. Estava imundo, impuro.

Ficamos um tempo na casa de uma outra amiga, onde eu me frustrei pois o ferrinho entrou na minha carne e fez altos caminhos lá dentro, os quais eu tive que me desdobrar para desfazer, e fomos. Peguei carona até a casa dessa amiga que eu tinha ido pegar mais cedo, e de lá vim a pé. Tentei vir de chinelo primeiro, pois já era mais ou menos tarde e tudo o mais... Mas só fiz piorar, o pé esquero agora tbm estava em carne viva. Mais uma vez vim descalço. Descalço, mancando, sujo, com uma bolota de algodão dentro da boca, coisa que as pessoas provavelmente pensavam que era caxumba, e tentando estalar os ombros de 15 em 15 segundos... Estava gatinho.

Porém, o que me levou à criação dessa campanha foi ver pendurado em cabos elétricos um par de tênis Nike ou Adidas, não me lembro, quase do meu tamanho. Naquela altura do campeonato eu já não me importava mais se um tênis fosse 32 (calço 43), eu punha no pé, nem que tivesse que usar como salto alto. Enfiar meu pé, pelo menos a parte fronterior, dentro de um tênis e não ter que andar descalço era tudo o que eu queria... Mas não! o desgraçado tinha que ter dados um nó nos cadarços e jogado no poste. Idiota.

Por isso que elaborei uma proposta: Próxima vez que for fazer algo estúpido como jogar um par de tênis no fio elétrico, não faça. Deposite os calçados numa caixa. Alguém pode precisar deles.

P.S.: Ah, para quem não sabe, owned = se ferrou ou ferrado e ownado = ferrado.

9 de setembro de 2007

Para escrever é necessária uma grande dose de criatividade, isso todos sabem. Ela pode vir por meio de inspiração, ou forçada mesmo. Para escrever é também necessário um bom domínio da língua, e saber lidar com as palavras, sabendo utilizar recursos gramaticais para atingir seja lá o que se queira atingir. Mas uma coisa que as pessoas não costumam perceber muito quando leêm alguma coisa é o motivo que está por trás daquele texto. A razão pela qual ele foi escrito.

Há inúmeras possibilidades para esta questão. Um escrito pode ter sido feito por felicidade, tristeza, amor, desilusão, tédio, obrigação, ódio, por se ter ouvido uma música, visto um filme ou ainda lido outra coisa qualquer...

Bom, não este. Este foi feito (Ou melhor, ainda está sendo) para puro desabafo.

Eu estou me vendo aqui, digitando este texto, com um prato que continha um sanduíche e um copo que já estivera cheio de Coca-Cola ao meu lado, e estou me sentindo nojento. Não saberia explicar direito o porquê disto. Tomei banho há pouquíssimo tempo, mas talvez a combinação de comida já comida, do meu corpo (cujo, por sinal, eu estou enojado com todas as minhas forças) num pijama verde e ligeiramente apertado, e da minha confusão esteja causando algum efeito.

Eu estou com aquele sentimento de ódio e amor ao mesmo tempo, aquele que todos conhecem. Eu amo poder usufruir de uma experiência tão maravilhosa quanto a de estar vivo, que apesar de parecer frase feita é a mais pura verdade. E amo também ser humano e poder perceber o quanto isto me beneficia, e não apenas passar por aí como um cachorro, uma aranha ou qualquer outro animal que nasce, vive e morre, sem se dar conta dos bens e males que isso traz. Porém, eu odeio ser humano e ter essa sina que se chama raciocínio. Odeio pensar, pensar, pensar, e não conseguir parar, não conseguir cancelar esta ação. Cansei de tentar entender tudo e todos, até porque isso não é possível, e me frustra tanto essa impossibilidade. Me frustra saber que assim que eu bater as botas, acabou. Como assim eu me matei de raciocinar e pensar e racionalizar pra desligar assim, do nada?

Também estou me sentindo de certa forma pressionado em ter que escolher uma coisa ou outra. E não é bem assim que funciona... Não quero magoar ninguém e isso me deixa culpado por preferir uma à outra.

E, bom, meu fôlego acabou...

Such a lonely day and it's mine..