Ok, eu sei que não posto há um tempo, mas era pura preguiça! o/
Permitam-me contar uma história feliz...
Era uma vez um garoto que morava com os avós por tempo indeterminado. Certo dia, sua avó foi para São Paulo com seu tio que morava nos Estados Unidos. Eles foram ao Shopping Morumbi, passar um dia agradável. Lá seu tio comprou muitas roupas, pois elas estavam mais baratas que no país onde ele residia. Como comprou várias roupas, gastou bastante dinheiro. Acontece que no shopping Morumbi, nesse dia, estava havendo uma promoção. Se alguém gastasse um valor X de reais, levava um ingresso para o Cirque du Soleil. Meu tio gastou 2X. Logo, ele ganhou dois ingressos. =)
Ele não poderia ir, pois estaria lá na América do Norte, portanto deu os ingressos para a mãe. Ela, a vó do menino, resolveu que ia com seu marido, o avô do garoto. Mas o avô não quis ir, e então a vó propôs para a sua filha mais nova, a tia do garoto (a mãe era a filha do meio), ir com ela. A tia aceitou na hora! Porém, ela não sabia dirigir, e avó, mesmo sabendo, não dirigia em estradas pois tinha medo. Ficou decidido que o marido dessa tia as levaria e buscaria.
Porém, esse marido, tio e genro teve que viajar para a Bahia, a negócios, e não pôde estar presente para ir. A vó, então, chamou o neto, que já havia se manifestado com o desejo de assistir ao espetáculo. Eles decidiram, após certo desentendimento, que iriam com um motorista, que os esperaria em São Paulo.
Os dois partiram e chegaram ao Parque Villa-Lobos. Se sentaram nos seus lugares com pipoca e refrigerante e esperaram o show começar.
E então, foi tudo perfeito. Os mestres-de-cerimônia, a cantora, a banda, os contra-regras, os trapezistas, a malabarista, as contorcionistas, os palhaços, o equilibrista, os acrobatas, as dançarinas, o trabalho de artes plásticas, de iluminação e de sonoplastia. Todos funcionando como personagens. Não eram só acrobatas, malabaristas ou contorcionistas, eram dançarinos e atores também. Parte de uma trama maior: A Alegria!
Enquanto se apresentavam, mil histórias surgiam na mente do rapaz. O equilibrista que aprendera a saltar e se equilibrar para não cair nas ruas perigosas de onde cresceu, o palhaço triste que arranjou na risada um refúgio. A cantora que observava tudo isso com pena e impotência. Falando assim, parece que ele só absorveu coisas tristes de Alegria. Mas toda história, para ser alegre, tem que ter tido um momento ruim antes. Se ela fosse alegre por toda sua existência, seria sem sentido. Pois não haveria a consciência do que é alegre sem a presença do triste. E a parte alegre de todas as histórias melancólicas que surgiam na mente do rapaz, era o próprio espetáculo, a Alegria em si.
O êxtase era tanto, que no intervalo do espetáculo e depois, todo o mundo parecia diferente. As peças a venda colaboravam para isso. Máscaras, chapéus, camisetas bem bonitas, bolas de cristal, mas era tudo muito caro, infelizmente. Então ele se arranjou com uma caneca maravilhosa, mas que era de outro espetáculo, o Saltimbanco, e arranjou para a amiga Arlequina um broche da personagem da cantora, que se assemelhava muito à imagem da Colombina.
Voltou para casa feliz, e sonhou com as luzes, cores e sons de um grande espetáculo e marco da sua vida! =D
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Ai, mania essa de falar em terceira pessoa. =D
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22 de abril de 2008
9 de março de 2008
YEY!
J'ai compris beaucoup de chose que les journalistes a dit aujourd'hui dans TV5 Monde.
YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)
--------------------------------------------------------
Ok, relevem isso acima.
Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P
Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.
Por um lado: =)
Por outro: =(
Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.
YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)
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Ok, relevem isso acima.
Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P
Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.
Por um lado: =)
Por outro: =(
Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.
23 de fevereiro de 2008
Pressure
I can feel the pressure. It`s getting closer now
Pois é.
Eu queria fazer algo bonito, fictício. Ainda não tá rolando. E devido aos acontecimentos dos últimos dias, eu terei que fazer desse um daqueles posts chatos de desabafo que não fazem sentido, pois eu não vou expor todos os motivos aqui. Portanto, "garela", se vcs esperam algo mais, podem ir embora. =P
Ah, e eu não curto muito aqueles comentários do tipo "Melhora","Fica bem!" e coisas do tipo. Não pq são falsos, como muitos dizem por aí, até porque eu não os considero falsos, mas são inúteis e só servem de pressão, pq os outros te querem bem, então vc tem que estar bem. Outra coisa é que eu não tô mal. Minha saúde tá ótima, e o resto, o tempo cura.
Enfim, comecemos o desabafo:
Começou com uma pergunta. Não sei se eu sou muito drama queen, mas para certas coisas na minha vida, eu enxergo conseqüências enormes. E a resposta para essa pergunta, com certeza gera conseqüências enormes, as quais eu já previ que aconteceriam esse ano, logo que ele começou. Devido à preocupação com os efeitos, evitei responder a pergunta, mas de segunda/domingo não escapa, e aí veremos.
Á partir daí, tudo ferrou, pq eu sou uma pessoa que quando está mal tende a ficar mal. Sabe, parecido com a lei da inércia. Então eu vou buscando razões para me manter na fossa. Dessa vez eu até fiz isso, mas teve uma outra razão que me atingiu em cheio, e que eu nem fui atrás. Ou fui?
A primeira vez foi dedução lógica. Não tem como eu levar a culpa por um ataque nonsense seu.
A segunda vez, após já termos conversado, foi inocência. Poxa. Era OBVIAMENTE gente com quem vc não se dá. E um programa que vc SABIDAMENTE não curte.
A terceira vez foi por dedução lógica de novo. Desculpa se eu não levo suas palavras ao pé da letra, mas ridícula a chateação. E a mágoa com as outras pessoas também não tem fudamento. Com uma é por puramente ela ser quem é, com outras duas era só expor o que vc acha, e a outra é viagem da sua cabeça.
Quando vi, segunda, que estava chateada, eu obviamente me afastei. Não teria a mesma conversa pela terceira vez, quando já tinha demonstrado meus argumentos. E os favores que pedi, eu poderia ter pedido para qualquer outro. Eles foram só para a semana inteira não ter sido somente distância entre nós dois.
Enfim, apesar de essa parte ser destinada a alguém, acho que esse alguém não lerá.
E os outros fatores que eu sempre procuro, eu sempre acho, mas eles também acabam sempre indo embora, apesar de crônicos.
UFA.
Acho que é isso.
Depois volto com os resultados da pressão.
Beijos em que lê/leu essa budega.
Pois é.
Eu queria fazer algo bonito, fictício. Ainda não tá rolando. E devido aos acontecimentos dos últimos dias, eu terei que fazer desse um daqueles posts chatos de desabafo que não fazem sentido, pois eu não vou expor todos os motivos aqui. Portanto, "garela", se vcs esperam algo mais, podem ir embora. =P
Ah, e eu não curto muito aqueles comentários do tipo "Melhora","Fica bem!" e coisas do tipo. Não pq são falsos, como muitos dizem por aí, até porque eu não os considero falsos, mas são inúteis e só servem de pressão, pq os outros te querem bem, então vc tem que estar bem. Outra coisa é que eu não tô mal. Minha saúde tá ótima, e o resto, o tempo cura.
Enfim, comecemos o desabafo:
Começou com uma pergunta. Não sei se eu sou muito drama queen, mas para certas coisas na minha vida, eu enxergo conseqüências enormes. E a resposta para essa pergunta, com certeza gera conseqüências enormes, as quais eu já previ que aconteceriam esse ano, logo que ele começou. Devido à preocupação com os efeitos, evitei responder a pergunta, mas de segunda/domingo não escapa, e aí veremos.
Á partir daí, tudo ferrou, pq eu sou uma pessoa que quando está mal tende a ficar mal. Sabe, parecido com a lei da inércia. Então eu vou buscando razões para me manter na fossa. Dessa vez eu até fiz isso, mas teve uma outra razão que me atingiu em cheio, e que eu nem fui atrás. Ou fui?
A primeira vez foi dedução lógica. Não tem como eu levar a culpa por um ataque nonsense seu.
A segunda vez, após já termos conversado, foi inocência. Poxa. Era OBVIAMENTE gente com quem vc não se dá. E um programa que vc SABIDAMENTE não curte.
A terceira vez foi por dedução lógica de novo. Desculpa se eu não levo suas palavras ao pé da letra, mas ridícula a chateação. E a mágoa com as outras pessoas também não tem fudamento. Com uma é por puramente ela ser quem é, com outras duas era só expor o que vc acha, e a outra é viagem da sua cabeça.
Quando vi, segunda, que estava chateada, eu obviamente me afastei. Não teria a mesma conversa pela terceira vez, quando já tinha demonstrado meus argumentos. E os favores que pedi, eu poderia ter pedido para qualquer outro. Eles foram só para a semana inteira não ter sido somente distância entre nós dois.
Enfim, apesar de essa parte ser destinada a alguém, acho que esse alguém não lerá.
E os outros fatores que eu sempre procuro, eu sempre acho, mas eles também acabam sempre indo embora, apesar de crônicos.
UFA.
Acho que é isso.
Depois volto com os resultados da pressão.
Beijos em que lê/leu essa budega.
17 de fevereiro de 2008
Periquito
Ok, eu já comecei esse maldito post 3 vezes, sem sucesso, com vários assuntos diferentes. Mas enfim...
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
4 de fevereiro de 2008
Proteção
A minha espiritualidade é algo diferente, assim como eu acho que é com a maioria das pessoas hoje em dia. Acho isso um fator muito positivo, pois cada um deveria realmente exercer aquilo que lhe faz bem de forma pessoal, afinal somos todos diferentes uns dos outros.
Enfim, quanto a mim... Nasci em família católica, portanto fui batizado. Entretanto, não tenho religião. E também acho difícil a idéia de acreditar em um ou mais deuses. Porém, não sei se posso ser chamado de ateu, pois se fosse somente pela formação morfológica da palavra (a = negação, teu = deus), eu seria sim. Mas considerando o sentido dela, eu já não sei.
Eu acredito em Destino, de uma maneira muito particular. Acredito na Natureza, como uma força extremamente poderosa e auto-suficiente. E não tem nada que me faça sentir mais energizado do que um banho de lua, ou contato com água. Acredito num mundo cinza, pois não existe nem preto e nem branco. Temos todos um pouco de bem e de mal, e não me diga o contrário. =P
Porém existe uma coisa, a qual eu tenho minhas dúvidas: espíritos e coisas relacionadas. Acredito em certos pontos, desacredito em outros, mas não é isso o que interessa. Eu criei toda essa introdução para falar de um causo que me aconteceu ontem à noite, enquanto eu voltava para casa.
Já estava na minha rua, quando vi um gato saindo debaixo de um carro. Eu parei e o chamei, coisa que sempre faço. Eu tenho uma relação meio ambígua com gatos. Ao mesmo tempo que sou fascinado com eles e atraído a eles, também tenho receio e um pouco de insegurança. Eu disse que sempre chamo os gatos que vejo, mas não disse que eles nunca vêm. As minhas únicas duas experiências com gatos simpáticos foram com o da minha tia, o de uma amiga, e um filhotinho em uma pet shop.
Enfim, esse gato veio. Roçou em mim como gatos fazem, com a cauda levantada e a coluna arqueada e ficou parado, encostado na minha perna e olhando para a minha frente. Ele já estava olhando na mesma direção antes de eu chamá-lo. Okay, segui em frente, mas o gato me seguiu devagar, então o chamei novamente. Ele veio mais uma vez, se roçou como da última vez, mas mais demoradamente e ficou olhando para frente com o olhar rígido. Eu o acariciei, ele agradeceu, mas não tirava os olhos do lugar.
Não sei como explicar, mas me senti muito protegido. Extremamente seguro com aquele gato olhando por mim e sorri. Depois continuei, ele me seguiu por pouco tempo, mas parou em alguns sacos de lixo.
Foi uma experiência tão bacana que queria dividir aqui. Pode parecer bobagem, mas esse gato realmente me passou alguma coisa boa.
Enfim, quanto a mim... Nasci em família católica, portanto fui batizado. Entretanto, não tenho religião. E também acho difícil a idéia de acreditar em um ou mais deuses. Porém, não sei se posso ser chamado de ateu, pois se fosse somente pela formação morfológica da palavra (a = negação, teu = deus), eu seria sim. Mas considerando o sentido dela, eu já não sei.
Eu acredito em Destino, de uma maneira muito particular. Acredito na Natureza, como uma força extremamente poderosa e auto-suficiente. E não tem nada que me faça sentir mais energizado do que um banho de lua, ou contato com água. Acredito num mundo cinza, pois não existe nem preto e nem branco. Temos todos um pouco de bem e de mal, e não me diga o contrário. =P
Porém existe uma coisa, a qual eu tenho minhas dúvidas: espíritos e coisas relacionadas. Acredito em certos pontos, desacredito em outros, mas não é isso o que interessa. Eu criei toda essa introdução para falar de um causo que me aconteceu ontem à noite, enquanto eu voltava para casa.
Já estava na minha rua, quando vi um gato saindo debaixo de um carro. Eu parei e o chamei, coisa que sempre faço. Eu tenho uma relação meio ambígua com gatos. Ao mesmo tempo que sou fascinado com eles e atraído a eles, também tenho receio e um pouco de insegurança. Eu disse que sempre chamo os gatos que vejo, mas não disse que eles nunca vêm. As minhas únicas duas experiências com gatos simpáticos foram com o da minha tia, o de uma amiga, e um filhotinho em uma pet shop.
Enfim, esse gato veio. Roçou em mim como gatos fazem, com a cauda levantada e a coluna arqueada e ficou parado, encostado na minha perna e olhando para a minha frente. Ele já estava olhando na mesma direção antes de eu chamá-lo. Okay, segui em frente, mas o gato me seguiu devagar, então o chamei novamente. Ele veio mais uma vez, se roçou como da última vez, mas mais demoradamente e ficou olhando para frente com o olhar rígido. Eu o acariciei, ele agradeceu, mas não tirava os olhos do lugar.
Não sei como explicar, mas me senti muito protegido. Extremamente seguro com aquele gato olhando por mim e sorri. Depois continuei, ele me seguiu por pouco tempo, mas parou em alguns sacos de lixo.
Foi uma experiência tão bacana que queria dividir aqui. Pode parecer bobagem, mas esse gato realmente me passou alguma coisa boa.
26 de outubro de 2007
Owned
Hoje eu posso dizer que tive um dia ownado. Prestem atenção na "situation" do rapaz aqui:
Botei aparelho ontem, certo? Acontece que a dentista que fez o trabalho, não soube fazê-lo direito, e deixou para fora um pedaço do fio metálico que agora circundeia a minha arcada dentária.
Esse fio, porém, começou a me incomodar hoje de manhã, e tive que lidar com ele o dia inteiro. Sabe quais são os resultados? Muita dor de cabeça, e um lado interno da bochecha cheio de feridas e sangue. Agora tenho um algodão lá para separá-los.
Bem, além do fio solto, também tenho um problema sério na coluna, que pegou forte hoje. Ó dia
Enfim, não é sobre isso que quero falar neste post. Quero fazer uma proposta, a qual será comentada lá para o fim. Antes, teremos a outra parte da minha história owned.
Fui à praia. Eu e mais um grupo de amigos fomos tocar violão. Não, eu não toco. Não tenho capacidade, mas fui prestigiar e cantar (mal). Antes de ir para o ponto de encontro, passaria na casa de uma amiga para ir com ela e com outra amiga que também estava lá. No momento de me trocar, pensei logo numa bermuda e numa camiseta clara e folgada. Porém fiquei meio indecido quanto ao que calçar. Obviamente, chinelos seria a opção mais conveniente, todavia meus pés não toleram chinelos, ficando todos massacrados depois de usá-los.
No fim das contas prefiri o chinelo ao tênis, não sei o porquê. Dois minutos de caminhada e meus pés já doíam. "Pronto, já era." pensei. Mas como estava atrasado, ignorei e segui reto teimosamente. Só piorei a situação. Ao chegar na casa da minha amiga, parte do meu pé direito estava em carne viva. Fui o resto do caminho descalço para não piorar.
Ok, curtimos a praia, eu em parte, por culpa do aparelho deifeituoso. Suei, e juntei o suor à sujeira da rua (eu havia ido descalço) e à tudo que a praia tráz. Estava imundo, impuro.
Ficamos um tempo na casa de uma outra amiga, onde eu me frustrei pois o ferrinho entrou na minha carne e fez altos caminhos lá dentro, os quais eu tive que me desdobrar para desfazer, e fomos. Peguei carona até a casa dessa amiga que eu tinha ido pegar mais cedo, e de lá vim a pé. Tentei vir de chinelo primeiro, pois já era mais ou menos tarde e tudo o mais... Mas só fiz piorar, o pé esquero agora tbm estava em carne viva. Mais uma vez vim descalço. Descalço, mancando, sujo, com uma bolota de algodão dentro da boca, coisa que as pessoas provavelmente pensavam que era caxumba, e tentando estalar os ombros de 15 em 15 segundos... Estava gatinho.
Porém, o que me levou à criação dessa campanha foi ver pendurado em cabos elétricos um par de tênis Nike ou Adidas, não me lembro, quase do meu tamanho. Naquela altura do campeonato eu já não me importava mais se um tênis fosse 32 (calço 43), eu punha no pé, nem que tivesse que usar como salto alto. Enfiar meu pé, pelo menos a parte fronterior, dentro de um tênis e não ter que andar descalço era tudo o que eu queria... Mas não! o desgraçado tinha que ter dados um nó nos cadarços e jogado no poste. Idiota.
Por isso que elaborei uma proposta: Próxima vez que for fazer algo estúpido como jogar um par de tênis no fio elétrico, não faça. Deposite os calçados numa caixa. Alguém pode precisar deles.
P.S.: Ah, para quem não sabe, owned = se ferrou ou ferrado e ownado = ferrado.
Botei aparelho ontem, certo? Acontece que a dentista que fez o trabalho, não soube fazê-lo direito, e deixou para fora um pedaço do fio metálico que agora circundeia a minha arcada dentária.
Esse fio, porém, começou a me incomodar hoje de manhã, e tive que lidar com ele o dia inteiro. Sabe quais são os resultados? Muita dor de cabeça, e um lado interno da bochecha cheio de feridas e sangue. Agora tenho um algodão lá para separá-los.
Bem, além do fio solto, também tenho um problema sério na coluna, que pegou forte hoje. Ó dia
Enfim, não é sobre isso que quero falar neste post. Quero fazer uma proposta, a qual será comentada lá para o fim. Antes, teremos a outra parte da minha história owned.
Fui à praia. Eu e mais um grupo de amigos fomos tocar violão. Não, eu não toco. Não tenho capacidade, mas fui prestigiar e cantar (mal). Antes de ir para o ponto de encontro, passaria na casa de uma amiga para ir com ela e com outra amiga que também estava lá. No momento de me trocar, pensei logo numa bermuda e numa camiseta clara e folgada. Porém fiquei meio indecido quanto ao que calçar. Obviamente, chinelos seria a opção mais conveniente, todavia meus pés não toleram chinelos, ficando todos massacrados depois de usá-los.
No fim das contas prefiri o chinelo ao tênis, não sei o porquê. Dois minutos de caminhada e meus pés já doíam. "Pronto, já era." pensei. Mas como estava atrasado, ignorei e segui reto teimosamente. Só piorei a situação. Ao chegar na casa da minha amiga, parte do meu pé direito estava em carne viva. Fui o resto do caminho descalço para não piorar.
Ok, curtimos a praia, eu em parte, por culpa do aparelho deifeituoso. Suei, e juntei o suor à sujeira da rua (eu havia ido descalço) e à tudo que a praia tráz. Estava imundo, impuro.
Ficamos um tempo na casa de uma outra amiga, onde eu me frustrei pois o ferrinho entrou na minha carne e fez altos caminhos lá dentro, os quais eu tive que me desdobrar para desfazer, e fomos. Peguei carona até a casa dessa amiga que eu tinha ido pegar mais cedo, e de lá vim a pé. Tentei vir de chinelo primeiro, pois já era mais ou menos tarde e tudo o mais... Mas só fiz piorar, o pé esquero agora tbm estava em carne viva. Mais uma vez vim descalço. Descalço, mancando, sujo, com uma bolota de algodão dentro da boca, coisa que as pessoas provavelmente pensavam que era caxumba, e tentando estalar os ombros de 15 em 15 segundos... Estava gatinho.
Porém, o que me levou à criação dessa campanha foi ver pendurado em cabos elétricos um par de tênis Nike ou Adidas, não me lembro, quase do meu tamanho. Naquela altura do campeonato eu já não me importava mais se um tênis fosse 32 (calço 43), eu punha no pé, nem que tivesse que usar como salto alto. Enfiar meu pé, pelo menos a parte fronterior, dentro de um tênis e não ter que andar descalço era tudo o que eu queria... Mas não! o desgraçado tinha que ter dados um nó nos cadarços e jogado no poste. Idiota.
Por isso que elaborei uma proposta: Próxima vez que for fazer algo estúpido como jogar um par de tênis no fio elétrico, não faça. Deposite os calçados numa caixa. Alguém pode precisar deles.
P.S.: Ah, para quem não sabe, owned = se ferrou ou ferrado e ownado = ferrado.
18 de setembro de 2007
Azul X Verde
Ele cresceu com o azul. Era um menino e, portanto, quando nasceu teve o quarto pintado de azul, assim como seu berço, suas roupas de bebê,e todo o restante de seu enxoval. Desde os primeiros meses de sua vida, o garoto aprendeu a conviver com o azul e todas suas tonalidades.
Quando ele se fazia mais chocante e repressor, o menino se sentia assustado, receoso, ou pelo menos se sentia no começo, até o momento que, quando mais velho, apenas se sentia chateado, magoado. Porém, quando o azul era suave, tranqüilizante e acalmante, ele se sentia satisfeito consigo mesmo e em paz.
Todavia, tais extremos não puderam evitar que o menino conhecesse outras cores assim que saísse do quarto. Mas mesmo com as novas experiências ele não pôde fugir da influência do azul. Foi quando conheceu o verde, e por ele se apaixonou. Era a cor dos seus sonhos. Era bonita, fria porém com uma simpatia característica, coisa fora dos limites do azul que teve em todo seu crescimento.
O azul não gostou desta mudança cromática, é claro, porém nada pôde fazer para evitar que o menino amadurecesse e começasse a viver em um quarto verde, visitando seu velho berçario azul raramente. Porém, o que mais chateava o garoto quando ele retornava ao antigo quarto, eram as paredes e mobílias que clamavam pela sua volta. Elas usavam uma voz tão carinhosa, e ao mesmo tempo pertubadora que o faziam se sentir culpado. Culpado de ser mais feliz do que antes.
Quando ele se fazia mais chocante e repressor, o menino se sentia assustado, receoso, ou pelo menos se sentia no começo, até o momento que, quando mais velho, apenas se sentia chateado, magoado. Porém, quando o azul era suave, tranqüilizante e acalmante, ele se sentia satisfeito consigo mesmo e em paz.
Todavia, tais extremos não puderam evitar que o menino conhecesse outras cores assim que saísse do quarto. Mas mesmo com as novas experiências ele não pôde fugir da influência do azul. Foi quando conheceu o verde, e por ele se apaixonou. Era a cor dos seus sonhos. Era bonita, fria porém com uma simpatia característica, coisa fora dos limites do azul que teve em todo seu crescimento.
O azul não gostou desta mudança cromática, é claro, porém nada pôde fazer para evitar que o menino amadurecesse e começasse a viver em um quarto verde, visitando seu velho berçario azul raramente. Porém, o que mais chateava o garoto quando ele retornava ao antigo quarto, eram as paredes e mobílias que clamavam pela sua volta. Elas usavam uma voz tão carinhosa, e ao mesmo tempo pertubadora que o faziam se sentir culpado. Culpado de ser mais feliz do que antes.
24 de agosto de 2007
Sex on the Beach
Assim que eu sento naquele banco de praia, eu me sinto vivo e percebo como é bom viver só para vivenciar essas coisas...
Praia ao fundo, com direito a areia - até que bem limpa pro normal - e água verdinha, que só o mar de Santos tem. Tudo bem que todos sacaneam, mas a praia nem é tão suja/feia assim, eu gosto. Bom, lá estava a praia e também o céu azulzinho, azulzinho, o que é ótimo porque normalmente ele é cinza de dia e laranja de noite, por culpa da neblina da Serra do Mar e das luzes que ficam refletindo sem parar, então quando ele limpa, eu fico animado.
Barraquinhas de pastel e água de coco enfeitam o local, mas o melhor... O melhor é ver a quantidade de gente que vem correr/malhar/pegar sol/levar filhos/tanto o faz na praia. É assim: Um tanque após o outro. Não que eu seja muito estilo dona de casa, aqueles que adoram um tanque, mas que vai vai. E também existe variedade na praia, não é verdade? Tem de tudo. Nossa. Praia de manhã/tarde é uma delícia. Só eu me manter a uma distância razoável da areia, que estamos combinados... Eu fico lá... Só de butuca, quase tendo orgasmos ópticos, e a praia fica atrás servindo como um lindo pano de fundo....
A única coisa que falta nesses momentos é um daqueles barzinhos dignos de festa de 15 anos, onde você pode sentar na boa e pedir por sex on the beach.
Praia ao fundo, com direito a areia - até que bem limpa pro normal - e água verdinha, que só o mar de Santos tem. Tudo bem que todos sacaneam, mas a praia nem é tão suja/feia assim, eu gosto. Bom, lá estava a praia e também o céu azulzinho, azulzinho, o que é ótimo porque normalmente ele é cinza de dia e laranja de noite, por culpa da neblina da Serra do Mar e das luzes que ficam refletindo sem parar, então quando ele limpa, eu fico animado.
Barraquinhas de pastel e água de coco enfeitam o local, mas o melhor... O melhor é ver a quantidade de gente que vem correr/malhar/pegar sol/levar filhos/tanto o faz na praia. É assim: Um tanque após o outro. Não que eu seja muito estilo dona de casa, aqueles que adoram um tanque, mas que vai vai. E também existe variedade na praia, não é verdade? Tem de tudo. Nossa. Praia de manhã/tarde é uma delícia. Só eu me manter a uma distância razoável da areia, que estamos combinados... Eu fico lá... Só de butuca, quase tendo orgasmos ópticos, e a praia fica atrás servindo como um lindo pano de fundo....
A única coisa que falta nesses momentos é um daqueles barzinhos dignos de festa de 15 anos, onde você pode sentar na boa e pedir por sex on the beach.
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