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3 de agosto de 2008

Problema

Sabe, estava refletindo..

Um dos maiores problemas do ser humano é a altura. Sim, a altura. Nós somos muito altos e grande. Se nós medíssemos o mesmo que uma formiga, o mundo ficaria tão mais interessante. O jardim de uma casa seria uma aventura enorme. Claro, que daí as casa também seriam pequena, então não teria muito graça... Mas suponhamos que ainda tivessem tudo com o que estamos acostumados...

Se a gente acha seres pequenos, ignoramos ou matamos, formigas, caracóis, aranhazinhas... Só nos importamos com o que é grande. Descobertas de mamíferos são muito mais valorizadas do que as de insetos.. Mas se fôssemos pequenos, seria uma coisa muito mágica encontrar um caracol, uma lagarta... Seria tipo Alice no País das Maravilhas...

Mas como somos grandes, o mundo fica pequeno. =/ Droga.

4 de maio de 2008

Même =)

Roubei um joguinho da Julia =)

EU:
• Eu tenho: 16 anos
• Eu desejo: passar na faculdade e morar sozinho
• Eu odeio: que se intrometam
• Eu escuto: minha consciência
• Eu tenho medo: de esquecer
• Eu não estou: com sono (aff, que horrível)
• Eu choro: de vez em quando
• Eu perco: a cabeça
• Eu preciso: namorar
• Eu devo: focar no estudo
• Me dói: muitas coisas.

SIM OU NÃO:

• Tem um diário? um blog
• Gosta de cozinhar? gosto
• Gosta de tempestades? sim
• Há algum segredo que você não tenha contado a ninguém? não bem um segredo, mas sim
• Põe seu relógio uns minutos adiantados? não
• Acredita no amor? sei lá... acho que sim (mal-amado)
• Toma banho todos os dias? sim
• Quer casar? acho que sim, não sei mais.

QUEM/QUAL É:

• A pessoa mais estranha: aqueles que a gente mais conhece
• A pessoa mais chata: putz... vários
• A pessoa que te conhece melhor: Raissa e Luisa
• O professor mais chato: Bosco
• A frase que mais usa no msn: you can't be faithful to anything until you know why you should
• Sua(s) banda(s) favorita(s): Eu costumo gostar de músicas e não de bandas.
• Seu maior desejo: gostei da resposta da Julia 'que tudo dê certo', até pq isso engloba muita coisa.

ALGUM DIA PODERIA:

• Comer uma lagarta? Uhum =)
• Matar alguem? Acho que sim =)
• Saltar de paraquedas? Morro de medo.
• Cantar em um karaokê? Dã. Lógico
• Fazer strip-tease? LÓGICO. Só não sei se alguém iria querer ver. =P
• Ser vegetariano? Provavelmente não. Mas se precisasse...
• Roubar uma loja? Uhum =)
• Se maquiar em publico? Se eu me maquiasse, sim.

SE FOSSE:

Se eu fosse um mês seria... Qualquer um menos Março, peloamor! Acho que Setembro
Se eu fosse um dia da semana seria... Domingo ou Sexta, depende do meu humor.
Se eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse um planeta seria... Mercúrio. Pegando fogo, araur! =P
Se eu fosse uma direção seria... Pra frente. =)
Se eu fosse um móvel seria... Uma geladeira. As pessoas sempre a abrem pra pensar, apesar de que geladeira não é bem um móvel.
Se eu fosse um líquido seria... Água
Se eu fosse um pecado seria... Orgulho
Se eu fosse uma pedra seria... Ônix
Se eu fosse um metal seria... Estrôncio (=P)
Se eu fosse uma árvore seria... Não sei... Mangueira
Se eu fosse uma fruta seria... Melancia
Se eu fosse uma flor seria... Flor de Laranjeira
Se eu fosse um clima seria... Friozinho, tipo, 17/18/19 graus
Se eu fosse um instrumento musical seria... Gaita =DD
Se eu fosse um elemento seria... Água
Se eu fosse uma cor seria... Verde
Se eu fosse um animal seria... Camaleão ou Lagartixa. =)
Se eu fosse um som seria... A voz que aconselha
Se eu fosse uma letra de música seria... Uma pra cada momento da vida.
Se eu fosse uma canção seria... Prelude to Katie's Song
Se eu fosse um perfume seria... Dama Da Noite
Se eu fosse um sentimento seria... Ah, não sei... Depende do momento.
Se eu fosse um livro seria... O Dia do Curinga
Se eu fosse um personagem de livros seria... =X Não sei. Sofia? Do Mundo de Sofia?
Se eu fosse uma comida seria... Brigadeiro =D
Se eu fosse um lugar (cidade) seria... Alguma Metrópole, mas que desse pra se ter calma tbm.
Se eu fosse um gosto seria... Salgado
Se eu fosse um cheiro seria... Natural
Se eu fosse uma palavra seria... Conforto, Reflexão... X
Se eu fosse um verbo seria... Pensar
Se eu fosse um objeto seria... Uma Penseira (=P)
Se eu fosse um desenho animado seria... Digimon. =)
Se eu fosse um filme seria... O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, ou A Sociedade dos Poetas Mortos
Se eu fosse um personagem da TV seria... Eu queria ser (e ter. ui) o Kevin Walker de Brothers & Sisters, mas apesar de termos muita coisa em comum, não é o suficiente pra ser ele. Logo... Will de Will & Grace
Se eu fosse uma roupa seria... Calça. =P
Se eu fosse uma parte do corpo seria... Cérebro
Se eu fosse uma expressão seria... X
Se eu fosse forma seria... Quadrado
Se eu fosse uma estação seria... Inverno
Se eu fosse uma frase seria... Presta atenção...

É isso. =)

Beijos.

6 de abril de 2008

Blábláblá Larápius Sachê blábláblá...

Março acabou. =D E como demorou para acabar. Abril promete ser muito melhor, e está começando até que bem.

Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...

Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...

Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).

O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.

A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.

A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.

Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.

Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.

Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!

20 de março de 2008

Aprendiz de Feiticeiro

"Aprendi que tudo passa
Tomando chá ou cachaça,
Tomando champanhe ou não."


Foi até a cozinha e abriu o freezer com descaso. De lá, retirou um pote de 1 litro de um sorvete que tinha pego na sorveteria da esquina há uns três dias, quando ainda estava quente. Deixou-o em cima do balcão e fechou a porta do freezer, se dirigindo em direção a gaveta e apanhando uma colher.

Deixou a tampa do sorvete de cookies dentro da pia e foi até a sala. Sentou-se no sofá, se cobriu com seu edredom de bolas coloridas e ligou a TV. Mudou de canal até achar um filme dramático que aparentemente estivesse no começo. Apanhou o sorvete e começou a comer, escutando o som da chuva.

Aproveitou aquele momento Bridget Jones enquanto pôde, pois sabia que no dia seguinte ou no outro, acordaria bem pela manhã.

2 de fevereiro de 2008

Reforma

Após um período de não muita freqüência bloguística, o Larapius vai entrar em reforma. Deixarei ele mais jeitosinho. =D

Postarei com mais vezes. Sinto falta.

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Ele entrou na chocolateria nova da cidade. Estava aberta há menos de uma semana, mas pelas janelas parecia diferente, atraente até, com seus motivos indígenas, tribais. Assim que abriu a porta, ouviu o sininho característico soar.

- Pois não? - Uma mulher bonita vestindo um avental perguntou saindo da cozinha.

- Estou em dúvida. - Ele disse, analisando os chocolates expostos nas diversas vitrines, potes e estantes.

- Por que não gira isso? - A moça sugeriu sorrindo, apontando para uma roda de madeira entalhada com enfeites com o mesmo tema da loja.

Ele pareceu surpreso, mas o fez. Observou parado as diversas cores se misturando conforme a roda girava.

- E então, o que vê? - Quis saber uma menina estranha para os olhos do cliente, mas muito semelhante à dona da loja.

- Hm... Eu vejo, vejo... Ah, é tolice.

- Não, diga.

- Eu vejo uma gaivota carregando um peixe no bico, fugindo das outras.

A dona da chocolateria murmurou um "uhum" e de pronto pegou um dos chocolates de dentro da vitrine. Ele era marrom claro e triangular.

- Aqui. Experimente. Esse é o seu favorito.

E então ele mordeu o chocolate, e se sentiu mais livre do que nunca.

Um beijo para quem adivinhar o filme. =P

23 de agosto de 2007

Medos de Criança

Sabe que eu estava lembrando daquele livro/filme (Sou pseudo-intelectual, então só vi o filme) "To Kill a Mockingbird", ou em português, uma tradução tosca que descobri agora chamada "O Sol é para Todos"... Enfim, o que importa é... No filme, existe um bando de crianças pentelhas que têm medo de um cara que mora no fim da rua e sofre de uma doença mental. O filme não é basicamente sobre isso, mas o que interessa é que eles se aventuram em uma jornada "mucho loca" até a casa desse cara no escuro e tudo o mais...

Isso me fez lembrar dos meus medos de criança. Não que eu tivesse muitos amigos no bairro (Ahn... Sem explicações por aqui), mas eu tinha o grande Matheus/Theta, hoje mais conhecido como "Laderão", e enfim, eu lembro que a gente morava na mesma quadra, mas em ruas diferentes, e bem na nossa esquina tinha um consultório/escritório e que de noite ficava sinistro. A gente se aventurava só de ficar na porta se achando o máximo perto com os garotos mais velhos ("mais velhos" naquela época significava ter 13 anos). Pois é.... Coisas que crianças babacas não fazem, não é mesmo? Aliás, tirem o "babacas", pois é redundância.

Porém o consultório/escritório era fichinha se comparado com a casa no fim da rua da minha vó.
É o seguinte, meu avô e a minha avó moram numa rua pequena, com 4 prédios concentrado em um lado e em um canto da rua, e o resto é tudo casa... Tem, uma, bem na esquina oposta a qual meus avós moram que eu morria de medo. Mas esse era um medo pessoal, que eu não compartilhava com ninguém, até porque não tinha com quem compartilhar. Só o que eu sabia era que aquela casa vermelha tinha um muro grande na frente, e era cheia de árvores dentro, as árvores que pareciam as mais velhas do mundo, e que tinha um anão de jardim em cima do muro ou em algum lugar visível (ou eu inventei, tentando relembrar), e que nunca se foi vista a pessoa que morava lá (não por mim), mas que as luzes sempre estavam acesas, estavam.

Hoje em dia, não tenho mais medo da tal casa, ela ainda existe e eu passo por ela todo dia na volta da escola, mas não tenho mais medo... Hoje as pessoas têm medo de coisas bem mais bobas e sem graças como assaltos, seqüestros e acidentes aéreos...

Blá.