Ok, eu já comecei esse maldito post 3 vezes, sem sucesso, com vários assuntos diferentes. Mas enfim...
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
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4 comentários:
hahaha
adorei a sua sinceridade..tava calor,então foda-se o post!haha
muito bom o post..você realmente escreveu coisas que à princípio parecem estar soltar e/ou que você não consegue organizar,mas depois você vÊ?!sai naturalmente..o cortázar que falava isso..ele disse que escreveu "jogo da amarelinha"meio que num esquema de escrita-automática hahaha
amei a parte sobre a mente romântica e ingênua..quando quer.
também quero pensar que foi a primeira opção..se bem que não ando nada romântica nesses tempos...
beeeijos
bom comentário..
de fato,clichÊ e moda ("modinhas"hahaha)..
há uma linha tênue,né?
será que a MODA agora é fidel e não che?haha
beeijos
que lindo o periquiiito no ombro! *___*
.eu qro um igual, ok?
xD
Adorei isso como sempre... ainda mais assim tão romântico e ingênuo!!1
estrelinhas pra ti...
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