Ok, eu já comecei esse maldito post 3 vezes, sem sucesso, com vários assuntos diferentes. Mas enfim...
Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)
Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.
Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.
Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.
Até a próxima postagem. =D
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17 de fevereiro de 2008
13 de fevereiro de 2008
Exaurido
Ok
Eu, Rodrigo Sérvulo da Cunha Dias dos Santos, me declaro um homem morto.
WTF!!! O que é o terceiro ano? Em 7 dias de aula eu já estou fazendo o 02 (pedindo para sair)!
Enfim... Apesar disso tudo... Minha cabeça não para de funcionar e idéias não me faltam para posts... Agora o que não surge é como elaborar essas idéias.
Enfim, em lugar de algo produtivo eu deixo aqui dois links seguros de comunidades do Orkut e um comentário mega gay no final. =D
Uiiii!
Quer Sorvete?
Comentário: A maior besteira que fiz na vida (Super exagero. Nem foi) foi me associar a essas comunidades. Toda vez que vejo elas ali nas minhas 9 comunidades, meus sentidos masculinos se atiçam (Normalmente eles seriam atiçados por isso, mas eu sou um ser superior e nem me apego. kkkk) e eu fico alerta. Malditas comunidades.
Eu, Rodrigo Sérvulo da Cunha Dias dos Santos, me declaro um homem morto.
WTF!!! O que é o terceiro ano? Em 7 dias de aula eu já estou fazendo o 02 (pedindo para sair)!
Enfim... Apesar disso tudo... Minha cabeça não para de funcionar e idéias não me faltam para posts... Agora o que não surge é como elaborar essas idéias.
Enfim, em lugar de algo produtivo eu deixo aqui dois links seguros de comunidades do Orkut e um comentário mega gay no final. =D
Uiiii!
Quer Sorvete?
Comentário: A maior besteira que fiz na vida (Super exagero. Nem foi) foi me associar a essas comunidades. Toda vez que vejo elas ali nas minhas 9 comunidades, meus sentidos masculinos se atiçam (Normalmente eles seriam atiçados por isso, mas eu sou um ser superior e nem me apego. kkkk) e eu fico alerta. Malditas comunidades.
29 de novembro de 2007
A Dama da Dança
1 mês depois, não é mesmo. =/
Desculpa o atraso....
Thera, juro que no próximo, eu ponho aqueles selos felizes.
Ela dançava porque era o que sabia fazer. Dançava muito bem, e se sentia bem em dançar. Se sentia livre, completa. Dançava desde pequena, antes com as batidas de tambor do pai, depois seguindo seu próprio ritmo, o ritmo da sua vida. Tinha um corpo bonito, majoritariamente devido à dança, e tinha consciência disso. Sabia que ao dançar, levava consigo diversos olhares interessados de rapazes – e volta e meia de outras moças também – que no fim das contas só queriam uma noite de prazer com ela, quem sabe duas.
A ela podiam ser atribuídos vários adjetivos, mas com certeza nenhum deles seria relacionado à frustração ou hipocrisia. Ela fazia o que gostava, e somente o que gostava. Não fazia seu gênero sair com homens para um relacionamento de apenas uma noite, portanto não tinha o costume de se tornar mais íntima dos homens que a viam dançar. Porém, certa noite, enquanto se apresentava em um bar, notou um homem a observando.
Ele não era como os outros que faziam um escarcéu em cima da dança apaixonada dela. Ele apenas a observava, meio maravilhado, meio apaixonado. O rapaz não via algo tão verdadeiro como aquela dança há muito tempo, e percebeu que, fosse quem fosse que dançava ali, era alguém real, um ser humano não só de carne, osso e palavras, disso todos os outros eram feitos também, mas um ser humano de carne e osso e palavras e emoções. Sentiu-se tentado a conhecê-la, com o objetivo de conhecê-la, nada mais. A mais pura das relações. Por isso, se ofereceu a levá-la para casa quando a noite acabou. Os dois conversaram, dançaram e combinaram de se encontrar novamente outro dia, e outro dia, e outro dia...
23 de setembro de 2007
Morte e vida
Uma maneira diferente e mais prática de encarar-las.
O homem ali presente não era querido por nenhum dos outros que compareceram à ocasião. Ele terminou o evento com o fechar do caixão e se dirigiu à saída, antes passando pelo viúvo e por seus filhos, os cumprimentando com “meus pêsames” e “sinto muito”. Esses discursos já haviam perdido todo seu sentido para ele, que tinha como profissão gerenciar todo o processo do velório. Ele dirigia o carro funerário, e arrumava o salão, bem assim como fechava o caixão, e junto com ele vários outros corações de parentes e amigos do falecido. A morte para ele era triste, mas necessária. Afinal, era ela quem providenciava seu pão de cada dia.
Trabalhava vendendo seguros. Não gostava muito, até porque ganhava pouco e era algo entediante, não era? Só se divertia quando aparecia algum cliente, exigindo seu pagamento e contando as mortes de seus familiares, cônjuges ou amigos, muitas vezes interessantes. No fim das contas, esse emprego o tinha feito ter menos medo da morte, por ela ser algo inevitável. Contudo, dentro do escritório, ela deveria ser evitada ao máximo, para que não ocorram mortes e que a empresa não perca dinheiro. A vida para ele era chata, porém necessária. Afinal, era ela quem providenciava seu pão de cada dia.
O homem ali presente não era querido por nenhum dos outros que compareceram à ocasião. Ele terminou o evento com o fechar do caixão e se dirigiu à saída, antes passando pelo viúvo e por seus filhos, os cumprimentando com “meus pêsames” e “sinto muito”. Esses discursos já haviam perdido todo seu sentido para ele, que tinha como profissão gerenciar todo o processo do velório. Ele dirigia o carro funerário, e arrumava o salão, bem assim como fechava o caixão, e junto com ele vários outros corações de parentes e amigos do falecido. A morte para ele era triste, mas necessária. Afinal, era ela quem providenciava seu pão de cada dia.
Trabalhava vendendo seguros. Não gostava muito, até porque ganhava pouco e era algo entediante, não era? Só se divertia quando aparecia algum cliente, exigindo seu pagamento e contando as mortes de seus familiares, cônjuges ou amigos, muitas vezes interessantes. No fim das contas, esse emprego o tinha feito ter menos medo da morte, por ela ser algo inevitável. Contudo, dentro do escritório, ela deveria ser evitada ao máximo, para que não ocorram mortes e que a empresa não perca dinheiro. A vida para ele era chata, porém necessária. Afinal, era ela quem providenciava seu pão de cada dia.
11 de setembro de 2007
24 de agosto de 2007
Sex on the Beach
Assim que eu sento naquele banco de praia, eu me sinto vivo e percebo como é bom viver só para vivenciar essas coisas...
Praia ao fundo, com direito a areia - até que bem limpa pro normal - e água verdinha, que só o mar de Santos tem. Tudo bem que todos sacaneam, mas a praia nem é tão suja/feia assim, eu gosto. Bom, lá estava a praia e também o céu azulzinho, azulzinho, o que é ótimo porque normalmente ele é cinza de dia e laranja de noite, por culpa da neblina da Serra do Mar e das luzes que ficam refletindo sem parar, então quando ele limpa, eu fico animado.
Barraquinhas de pastel e água de coco enfeitam o local, mas o melhor... O melhor é ver a quantidade de gente que vem correr/malhar/pegar sol/levar filhos/tanto o faz na praia. É assim: Um tanque após o outro. Não que eu seja muito estilo dona de casa, aqueles que adoram um tanque, mas que vai vai. E também existe variedade na praia, não é verdade? Tem de tudo. Nossa. Praia de manhã/tarde é uma delícia. Só eu me manter a uma distância razoável da areia, que estamos combinados... Eu fico lá... Só de butuca, quase tendo orgasmos ópticos, e a praia fica atrás servindo como um lindo pano de fundo....
A única coisa que falta nesses momentos é um daqueles barzinhos dignos de festa de 15 anos, onde você pode sentar na boa e pedir por sex on the beach.
Praia ao fundo, com direito a areia - até que bem limpa pro normal - e água verdinha, que só o mar de Santos tem. Tudo bem que todos sacaneam, mas a praia nem é tão suja/feia assim, eu gosto. Bom, lá estava a praia e também o céu azulzinho, azulzinho, o que é ótimo porque normalmente ele é cinza de dia e laranja de noite, por culpa da neblina da Serra do Mar e das luzes que ficam refletindo sem parar, então quando ele limpa, eu fico animado.
Barraquinhas de pastel e água de coco enfeitam o local, mas o melhor... O melhor é ver a quantidade de gente que vem correr/malhar/pegar sol/levar filhos/tanto o faz na praia. É assim: Um tanque após o outro. Não que eu seja muito estilo dona de casa, aqueles que adoram um tanque, mas que vai vai. E também existe variedade na praia, não é verdade? Tem de tudo. Nossa. Praia de manhã/tarde é uma delícia. Só eu me manter a uma distância razoável da areia, que estamos combinados... Eu fico lá... Só de butuca, quase tendo orgasmos ópticos, e a praia fica atrás servindo como um lindo pano de fundo....
A única coisa que falta nesses momentos é um daqueles barzinhos dignos de festa de 15 anos, onde você pode sentar na boa e pedir por sex on the beach.
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