We all deserve to die!
Tell you why, dear reader, tell you why
Because in all of the whole human race, dear reader,
There are two kind of man, and only two.
There's the one staying put in his proper place,
And the one with his boot in the other one's face.
Look at me, dear reader, look at you!
We all deserve to die, even you, dear reader, even I!
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31 de julho de 2008
7 de maio de 2008
Post-Denúncia
Olha... Não sei se vocês se lembram da casa no fim da rua, que eu descrevi no meu segundo post...
Se não, cliqueaqui. =)
Novas informações sobre ela:
Antes de começar, tudo o que eu escrevo aqui é real, tá? Por mais bizarro que pareça.
Enfim, começarei descrevendo a casa, porque não o fiz corretamente no post anterior.
Ela, hoje, é colorida. Aparentemente, a dona (quem eu gentilmente chamarei também de bruxa) gosta de pintá-la. Ela tem dois andares. E é pintada nas cores, amarela, azul, verde, vinho, rosa, vermelho, branco e alguns toques de laranja. Pois é.. freak.
Como já disse, lá dentro existem as árvores mais velhas do mundo. Elas são enormes, grossas e algumas têm cipós. Outro fato interessante: A casa vai de uma esquina a outra. o.O Pois é, ela é enorme. E o mais bizarro, quase todo o espaço tem construção, nada de jardim. Parece ter um galpão enorme nos fundos.
O gnomo de jardim que eu disse existir, não existe... É, na verdade, em uma casa mais adiante. Quem sabe um dia eu mapeie minha rua e descreva as casas e pontos? Enfim...
Descobri recentemente, no feriado do Dia do Trabalho, que a minha tia também tinha medo dessa casa quando ela era criança. Que a mulher que mora lá já era velha na época dela e que continua assim (Ela é realmente velha, mas fui informado de que ela aparenta a mesma idade de 20 anos atrás)... Ela nunca fica fora por muito tempo, não que eu tenha reparado. Sei que na frente da casa dela têm duas árvores que tem essas flores que até que não são feias, mas são chatas porque ficam caindo na sua cabeça.
Lá trabalha uma mulher não muito nova, mas também não de meia idade. Eu a vi duas vezes. Em uma, ela varria a rua, em outra ela lavava o chão do jardinzinho de entrada da casa. Ela parece normal.
Agora, a coisa que eu acho mais freak sobre a casa: os animais.
Ela tem um pastor alemão. Ok, nada demais. Não o vejo muito, imagino que ele fique preso nos fundos da casa. Ela tem um cágado. Sim, um cágado, daqueles grandes. Eu acho até que isso é ilegal. o.O Só o vi uma vez. Eu sempre escuto barulho de galo cantando vindo da casa dela, e outras pessoas também. Pela freqüência da cantoria, ela deve ter, no mínimo, uns dois. Outro bicho que eu já ouvi foi uma coruja. O que eu também acho que é ilegal...
Pois é... Ela parece ter o perfil de uma criminosa, né? Toda misteriosa, traficando drogas e animais silvestres. =)
Se não, cliqueaqui. =)
Novas informações sobre ela:
Antes de começar, tudo o que eu escrevo aqui é real, tá? Por mais bizarro que pareça.
Enfim, começarei descrevendo a casa, porque não o fiz corretamente no post anterior.
Ela, hoje, é colorida. Aparentemente, a dona (quem eu gentilmente chamarei também de bruxa) gosta de pintá-la. Ela tem dois andares. E é pintada nas cores, amarela, azul, verde, vinho, rosa, vermelho, branco e alguns toques de laranja. Pois é.. freak.
Como já disse, lá dentro existem as árvores mais velhas do mundo. Elas são enormes, grossas e algumas têm cipós. Outro fato interessante: A casa vai de uma esquina a outra. o.O Pois é, ela é enorme. E o mais bizarro, quase todo o espaço tem construção, nada de jardim. Parece ter um galpão enorme nos fundos.
O gnomo de jardim que eu disse existir, não existe... É, na verdade, em uma casa mais adiante. Quem sabe um dia eu mapeie minha rua e descreva as casas e pontos? Enfim...
Descobri recentemente, no feriado do Dia do Trabalho, que a minha tia também tinha medo dessa casa quando ela era criança. Que a mulher que mora lá já era velha na época dela e que continua assim (Ela é realmente velha, mas fui informado de que ela aparenta a mesma idade de 20 anos atrás)... Ela nunca fica fora por muito tempo, não que eu tenha reparado. Sei que na frente da casa dela têm duas árvores que tem essas flores que até que não são feias, mas são chatas porque ficam caindo na sua cabeça.
Lá trabalha uma mulher não muito nova, mas também não de meia idade. Eu a vi duas vezes. Em uma, ela varria a rua, em outra ela lavava o chão do jardinzinho de entrada da casa. Ela parece normal.
Agora, a coisa que eu acho mais freak sobre a casa: os animais.
Ela tem um pastor alemão. Ok, nada demais. Não o vejo muito, imagino que ele fique preso nos fundos da casa. Ela tem um cágado. Sim, um cágado, daqueles grandes. Eu acho até que isso é ilegal. o.O Só o vi uma vez. Eu sempre escuto barulho de galo cantando vindo da casa dela, e outras pessoas também. Pela freqüência da cantoria, ela deve ter, no mínimo, uns dois. Outro bicho que eu já ouvi foi uma coruja. O que eu também acho que é ilegal...
Pois é... Ela parece ter o perfil de uma criminosa, né? Toda misteriosa, traficando drogas e animais silvestres. =)
2 de maio de 2008
Brabuleta
Se eu sêsse uma brabuleta
Durada dos zóio azul,
Eu avoía, eu avoía,
Tomanu suco de cajú!
Que pena que eu não sou uma brabuleta.
6 de abril de 2008
Blábláblá Larápius Sachê blábláblá...
Março acabou. =D E como demorou para acabar. Abril promete ser muito melhor, e está começando até que bem.
Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...
Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...
Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).
O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.
A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.
A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.
Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.
Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.
Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!
Apesar da correria das provas que seguem, eu vou começar a organizar minha vida, que estava uma zona antes. Ter rotina de estudo de 1h por dia (me desculpe, não consigo estudar muito), REALMENTE ir pra academia e essas coisas...
Esse post está um porre, eu sei. Mas é que eu ainda acho que estou com bloqueio criativo. Vou tentar redirecionar isso aqui...
Ontem assisti Mais Estranho que Ficção (Que aliás eu demorei para devolver e agora tenho que pagar 18 reais a mais. o.O = Tomei no **).
O filme é ótimo e me deixou pensando, não quero morrer cogitando o que vai acontecer depois que eu já não estiver mais aqui e por quanto tempo eu serei lembrado e todas essas coisas meio superficiais. Queria morrer por algo maior, satisfeito comigo mesmo por qualquer razão. Não digo aqueles clichés de morrer salvando alguém ou algo do gênero, apesar de que isso tbm me deixaria satisfeito comigo mesmo, mas qualquer outra coisa que me faça bem.
A morte é algo tão natural quanto qualquer aspecto da vida. Na verdade, encarar 'morte' como antônimo de 'vida' é por si só equivocado. Equivale a dizer que 'ter relações sexuais', ou 'se alimentar' é também antônimo de 'vida'. Todos estes fazem parte da vida. 'Morte' deveria ser o contrário de 'nascimento' e só.
A Natureza é tão perfeita. Tudo funciona numa simbiose tão mágica. Cada graveto que cai no chão, cada formiga no formigueiro, cada gota d'água tem uma função pra manter tudo equilibrado. Daí tem o ser humano, que eu não consigo deixar de pensar como uma anomalia - uma anomalia maravilhosa, mas ainda assim uma anomalia - que cria e destrói coisas magníficas com uma facilidade ímpar e destoa de toda a Natureza.
Quando a gente desenvolveu essa anomalia chamada raciocínio, a gente conseqüentemente desenvolveu também a decepção e a depressão, que obviamente colaboram com o sucesso. Sem decepção, ninguém se esforça para melhorar e ter sucesso. De qualquer forma, essa depressão nos faz querer atribuir história para as coisas, buscar origens, nomear, entender o processo de surgimento e evolução/crescimento de tudo, incluindo nós mesmos. Neste trabalho de se entender, nós acabamos dando à vida um valor muito grande, que ela não deveria ter. Obviamente, ela é importante, mas a morte também é. Nós nos apegamos demais a essa nossa passagem ínfima por aqui.
Não sei o que tem depois, e se tem depois. Mas eu sei que o tempo que a gente fica aqui é muito curto. No contexto pessoal, é lógico que cada um é importante. Você é importante para seus parentes, seus amigos, seus colegas de trabalho (seja dando ordens ou recebendo), seus romances e seus inimigos também. Porém, num contexto mais amplo, nós somos somente mais um dos mais de seis bilhões de humanos no mundo. Eu sei que não é muito animador. =P Mas é verdade.
Não sei nem porque estou falando sobre isso aqui. Ainda tenho 16, for God's sake. Mas é que esse assunto tem vindo à tona muito frequentemente nessa última semana na minha vida. =P Se vc leu isso aqui,.. See you in another life, brother!
23 de fevereiro de 2008
Pressure
I can feel the pressure. It`s getting closer now
Pois é.
Eu queria fazer algo bonito, fictício. Ainda não tá rolando. E devido aos acontecimentos dos últimos dias, eu terei que fazer desse um daqueles posts chatos de desabafo que não fazem sentido, pois eu não vou expor todos os motivos aqui. Portanto, "garela", se vcs esperam algo mais, podem ir embora. =P
Ah, e eu não curto muito aqueles comentários do tipo "Melhora","Fica bem!" e coisas do tipo. Não pq são falsos, como muitos dizem por aí, até porque eu não os considero falsos, mas são inúteis e só servem de pressão, pq os outros te querem bem, então vc tem que estar bem. Outra coisa é que eu não tô mal. Minha saúde tá ótima, e o resto, o tempo cura.
Enfim, comecemos o desabafo:
Começou com uma pergunta. Não sei se eu sou muito drama queen, mas para certas coisas na minha vida, eu enxergo conseqüências enormes. E a resposta para essa pergunta, com certeza gera conseqüências enormes, as quais eu já previ que aconteceriam esse ano, logo que ele começou. Devido à preocupação com os efeitos, evitei responder a pergunta, mas de segunda/domingo não escapa, e aí veremos.
Á partir daí, tudo ferrou, pq eu sou uma pessoa que quando está mal tende a ficar mal. Sabe, parecido com a lei da inércia. Então eu vou buscando razões para me manter na fossa. Dessa vez eu até fiz isso, mas teve uma outra razão que me atingiu em cheio, e que eu nem fui atrás. Ou fui?
A primeira vez foi dedução lógica. Não tem como eu levar a culpa por um ataque nonsense seu.
A segunda vez, após já termos conversado, foi inocência. Poxa. Era OBVIAMENTE gente com quem vc não se dá. E um programa que vc SABIDAMENTE não curte.
A terceira vez foi por dedução lógica de novo. Desculpa se eu não levo suas palavras ao pé da letra, mas ridícula a chateação. E a mágoa com as outras pessoas também não tem fudamento. Com uma é por puramente ela ser quem é, com outras duas era só expor o que vc acha, e a outra é viagem da sua cabeça.
Quando vi, segunda, que estava chateada, eu obviamente me afastei. Não teria a mesma conversa pela terceira vez, quando já tinha demonstrado meus argumentos. E os favores que pedi, eu poderia ter pedido para qualquer outro. Eles foram só para a semana inteira não ter sido somente distância entre nós dois.
Enfim, apesar de essa parte ser destinada a alguém, acho que esse alguém não lerá.
E os outros fatores que eu sempre procuro, eu sempre acho, mas eles também acabam sempre indo embora, apesar de crônicos.
UFA.
Acho que é isso.
Depois volto com os resultados da pressão.
Beijos em que lê/leu essa budega.
Pois é.
Eu queria fazer algo bonito, fictício. Ainda não tá rolando. E devido aos acontecimentos dos últimos dias, eu terei que fazer desse um daqueles posts chatos de desabafo que não fazem sentido, pois eu não vou expor todos os motivos aqui. Portanto, "garela", se vcs esperam algo mais, podem ir embora. =P
Ah, e eu não curto muito aqueles comentários do tipo "Melhora","Fica bem!" e coisas do tipo. Não pq são falsos, como muitos dizem por aí, até porque eu não os considero falsos, mas são inúteis e só servem de pressão, pq os outros te querem bem, então vc tem que estar bem. Outra coisa é que eu não tô mal. Minha saúde tá ótima, e o resto, o tempo cura.
Enfim, comecemos o desabafo:
Começou com uma pergunta. Não sei se eu sou muito drama queen, mas para certas coisas na minha vida, eu enxergo conseqüências enormes. E a resposta para essa pergunta, com certeza gera conseqüências enormes, as quais eu já previ que aconteceriam esse ano, logo que ele começou. Devido à preocupação com os efeitos, evitei responder a pergunta, mas de segunda/domingo não escapa, e aí veremos.
Á partir daí, tudo ferrou, pq eu sou uma pessoa que quando está mal tende a ficar mal. Sabe, parecido com a lei da inércia. Então eu vou buscando razões para me manter na fossa. Dessa vez eu até fiz isso, mas teve uma outra razão que me atingiu em cheio, e que eu nem fui atrás. Ou fui?
A primeira vez foi dedução lógica. Não tem como eu levar a culpa por um ataque nonsense seu.
A segunda vez, após já termos conversado, foi inocência. Poxa. Era OBVIAMENTE gente com quem vc não se dá. E um programa que vc SABIDAMENTE não curte.
A terceira vez foi por dedução lógica de novo. Desculpa se eu não levo suas palavras ao pé da letra, mas ridícula a chateação. E a mágoa com as outras pessoas também não tem fudamento. Com uma é por puramente ela ser quem é, com outras duas era só expor o que vc acha, e a outra é viagem da sua cabeça.
Quando vi, segunda, que estava chateada, eu obviamente me afastei. Não teria a mesma conversa pela terceira vez, quando já tinha demonstrado meus argumentos. E os favores que pedi, eu poderia ter pedido para qualquer outro. Eles foram só para a semana inteira não ter sido somente distância entre nós dois.
Enfim, apesar de essa parte ser destinada a alguém, acho que esse alguém não lerá.
E os outros fatores que eu sempre procuro, eu sempre acho, mas eles também acabam sempre indo embora, apesar de crônicos.
UFA.
Acho que é isso.
Depois volto com os resultados da pressão.
Beijos em que lê/leu essa budega.
4 de fevereiro de 2008
Proteção
A minha espiritualidade é algo diferente, assim como eu acho que é com a maioria das pessoas hoje em dia. Acho isso um fator muito positivo, pois cada um deveria realmente exercer aquilo que lhe faz bem de forma pessoal, afinal somos todos diferentes uns dos outros.
Enfim, quanto a mim... Nasci em família católica, portanto fui batizado. Entretanto, não tenho religião. E também acho difícil a idéia de acreditar em um ou mais deuses. Porém, não sei se posso ser chamado de ateu, pois se fosse somente pela formação morfológica da palavra (a = negação, teu = deus), eu seria sim. Mas considerando o sentido dela, eu já não sei.
Eu acredito em Destino, de uma maneira muito particular. Acredito na Natureza, como uma força extremamente poderosa e auto-suficiente. E não tem nada que me faça sentir mais energizado do que um banho de lua, ou contato com água. Acredito num mundo cinza, pois não existe nem preto e nem branco. Temos todos um pouco de bem e de mal, e não me diga o contrário. =P
Porém existe uma coisa, a qual eu tenho minhas dúvidas: espíritos e coisas relacionadas. Acredito em certos pontos, desacredito em outros, mas não é isso o que interessa. Eu criei toda essa introdução para falar de um causo que me aconteceu ontem à noite, enquanto eu voltava para casa.
Já estava na minha rua, quando vi um gato saindo debaixo de um carro. Eu parei e o chamei, coisa que sempre faço. Eu tenho uma relação meio ambígua com gatos. Ao mesmo tempo que sou fascinado com eles e atraído a eles, também tenho receio e um pouco de insegurança. Eu disse que sempre chamo os gatos que vejo, mas não disse que eles nunca vêm. As minhas únicas duas experiências com gatos simpáticos foram com o da minha tia, o de uma amiga, e um filhotinho em uma pet shop.
Enfim, esse gato veio. Roçou em mim como gatos fazem, com a cauda levantada e a coluna arqueada e ficou parado, encostado na minha perna e olhando para a minha frente. Ele já estava olhando na mesma direção antes de eu chamá-lo. Okay, segui em frente, mas o gato me seguiu devagar, então o chamei novamente. Ele veio mais uma vez, se roçou como da última vez, mas mais demoradamente e ficou olhando para frente com o olhar rígido. Eu o acariciei, ele agradeceu, mas não tirava os olhos do lugar.
Não sei como explicar, mas me senti muito protegido. Extremamente seguro com aquele gato olhando por mim e sorri. Depois continuei, ele me seguiu por pouco tempo, mas parou em alguns sacos de lixo.
Foi uma experiência tão bacana que queria dividir aqui. Pode parecer bobagem, mas esse gato realmente me passou alguma coisa boa.
Enfim, quanto a mim... Nasci em família católica, portanto fui batizado. Entretanto, não tenho religião. E também acho difícil a idéia de acreditar em um ou mais deuses. Porém, não sei se posso ser chamado de ateu, pois se fosse somente pela formação morfológica da palavra (a = negação, teu = deus), eu seria sim. Mas considerando o sentido dela, eu já não sei.
Eu acredito em Destino, de uma maneira muito particular. Acredito na Natureza, como uma força extremamente poderosa e auto-suficiente. E não tem nada que me faça sentir mais energizado do que um banho de lua, ou contato com água. Acredito num mundo cinza, pois não existe nem preto e nem branco. Temos todos um pouco de bem e de mal, e não me diga o contrário. =P
Porém existe uma coisa, a qual eu tenho minhas dúvidas: espíritos e coisas relacionadas. Acredito em certos pontos, desacredito em outros, mas não é isso o que interessa. Eu criei toda essa introdução para falar de um causo que me aconteceu ontem à noite, enquanto eu voltava para casa.
Já estava na minha rua, quando vi um gato saindo debaixo de um carro. Eu parei e o chamei, coisa que sempre faço. Eu tenho uma relação meio ambígua com gatos. Ao mesmo tempo que sou fascinado com eles e atraído a eles, também tenho receio e um pouco de insegurança. Eu disse que sempre chamo os gatos que vejo, mas não disse que eles nunca vêm. As minhas únicas duas experiências com gatos simpáticos foram com o da minha tia, o de uma amiga, e um filhotinho em uma pet shop.
Enfim, esse gato veio. Roçou em mim como gatos fazem, com a cauda levantada e a coluna arqueada e ficou parado, encostado na minha perna e olhando para a minha frente. Ele já estava olhando na mesma direção antes de eu chamá-lo. Okay, segui em frente, mas o gato me seguiu devagar, então o chamei novamente. Ele veio mais uma vez, se roçou como da última vez, mas mais demoradamente e ficou olhando para frente com o olhar rígido. Eu o acariciei, ele agradeceu, mas não tirava os olhos do lugar.
Não sei como explicar, mas me senti muito protegido. Extremamente seguro com aquele gato olhando por mim e sorri. Depois continuei, ele me seguiu por pouco tempo, mas parou em alguns sacos de lixo.
Foi uma experiência tão bacana que queria dividir aqui. Pode parecer bobagem, mas esse gato realmente me passou alguma coisa boa.
26 de outubro de 2007
Owned
Hoje eu posso dizer que tive um dia ownado. Prestem atenção na "situation" do rapaz aqui:
Botei aparelho ontem, certo? Acontece que a dentista que fez o trabalho, não soube fazê-lo direito, e deixou para fora um pedaço do fio metálico que agora circundeia a minha arcada dentária.
Esse fio, porém, começou a me incomodar hoje de manhã, e tive que lidar com ele o dia inteiro. Sabe quais são os resultados? Muita dor de cabeça, e um lado interno da bochecha cheio de feridas e sangue. Agora tenho um algodão lá para separá-los.
Bem, além do fio solto, também tenho um problema sério na coluna, que pegou forte hoje. Ó dia
Enfim, não é sobre isso que quero falar neste post. Quero fazer uma proposta, a qual será comentada lá para o fim. Antes, teremos a outra parte da minha história owned.
Fui à praia. Eu e mais um grupo de amigos fomos tocar violão. Não, eu não toco. Não tenho capacidade, mas fui prestigiar e cantar (mal). Antes de ir para o ponto de encontro, passaria na casa de uma amiga para ir com ela e com outra amiga que também estava lá. No momento de me trocar, pensei logo numa bermuda e numa camiseta clara e folgada. Porém fiquei meio indecido quanto ao que calçar. Obviamente, chinelos seria a opção mais conveniente, todavia meus pés não toleram chinelos, ficando todos massacrados depois de usá-los.
No fim das contas prefiri o chinelo ao tênis, não sei o porquê. Dois minutos de caminhada e meus pés já doíam. "Pronto, já era." pensei. Mas como estava atrasado, ignorei e segui reto teimosamente. Só piorei a situação. Ao chegar na casa da minha amiga, parte do meu pé direito estava em carne viva. Fui o resto do caminho descalço para não piorar.
Ok, curtimos a praia, eu em parte, por culpa do aparelho deifeituoso. Suei, e juntei o suor à sujeira da rua (eu havia ido descalço) e à tudo que a praia tráz. Estava imundo, impuro.
Ficamos um tempo na casa de uma outra amiga, onde eu me frustrei pois o ferrinho entrou na minha carne e fez altos caminhos lá dentro, os quais eu tive que me desdobrar para desfazer, e fomos. Peguei carona até a casa dessa amiga que eu tinha ido pegar mais cedo, e de lá vim a pé. Tentei vir de chinelo primeiro, pois já era mais ou menos tarde e tudo o mais... Mas só fiz piorar, o pé esquero agora tbm estava em carne viva. Mais uma vez vim descalço. Descalço, mancando, sujo, com uma bolota de algodão dentro da boca, coisa que as pessoas provavelmente pensavam que era caxumba, e tentando estalar os ombros de 15 em 15 segundos... Estava gatinho.
Porém, o que me levou à criação dessa campanha foi ver pendurado em cabos elétricos um par de tênis Nike ou Adidas, não me lembro, quase do meu tamanho. Naquela altura do campeonato eu já não me importava mais se um tênis fosse 32 (calço 43), eu punha no pé, nem que tivesse que usar como salto alto. Enfiar meu pé, pelo menos a parte fronterior, dentro de um tênis e não ter que andar descalço era tudo o que eu queria... Mas não! o desgraçado tinha que ter dados um nó nos cadarços e jogado no poste. Idiota.
Por isso que elaborei uma proposta: Próxima vez que for fazer algo estúpido como jogar um par de tênis no fio elétrico, não faça. Deposite os calçados numa caixa. Alguém pode precisar deles.
P.S.: Ah, para quem não sabe, owned = se ferrou ou ferrado e ownado = ferrado.
Botei aparelho ontem, certo? Acontece que a dentista que fez o trabalho, não soube fazê-lo direito, e deixou para fora um pedaço do fio metálico que agora circundeia a minha arcada dentária.
Esse fio, porém, começou a me incomodar hoje de manhã, e tive que lidar com ele o dia inteiro. Sabe quais são os resultados? Muita dor de cabeça, e um lado interno da bochecha cheio de feridas e sangue. Agora tenho um algodão lá para separá-los.
Bem, além do fio solto, também tenho um problema sério na coluna, que pegou forte hoje. Ó dia
Enfim, não é sobre isso que quero falar neste post. Quero fazer uma proposta, a qual será comentada lá para o fim. Antes, teremos a outra parte da minha história owned.
Fui à praia. Eu e mais um grupo de amigos fomos tocar violão. Não, eu não toco. Não tenho capacidade, mas fui prestigiar e cantar (mal). Antes de ir para o ponto de encontro, passaria na casa de uma amiga para ir com ela e com outra amiga que também estava lá. No momento de me trocar, pensei logo numa bermuda e numa camiseta clara e folgada. Porém fiquei meio indecido quanto ao que calçar. Obviamente, chinelos seria a opção mais conveniente, todavia meus pés não toleram chinelos, ficando todos massacrados depois de usá-los.
No fim das contas prefiri o chinelo ao tênis, não sei o porquê. Dois minutos de caminhada e meus pés já doíam. "Pronto, já era." pensei. Mas como estava atrasado, ignorei e segui reto teimosamente. Só piorei a situação. Ao chegar na casa da minha amiga, parte do meu pé direito estava em carne viva. Fui o resto do caminho descalço para não piorar.
Ok, curtimos a praia, eu em parte, por culpa do aparelho deifeituoso. Suei, e juntei o suor à sujeira da rua (eu havia ido descalço) e à tudo que a praia tráz. Estava imundo, impuro.
Ficamos um tempo na casa de uma outra amiga, onde eu me frustrei pois o ferrinho entrou na minha carne e fez altos caminhos lá dentro, os quais eu tive que me desdobrar para desfazer, e fomos. Peguei carona até a casa dessa amiga que eu tinha ido pegar mais cedo, e de lá vim a pé. Tentei vir de chinelo primeiro, pois já era mais ou menos tarde e tudo o mais... Mas só fiz piorar, o pé esquero agora tbm estava em carne viva. Mais uma vez vim descalço. Descalço, mancando, sujo, com uma bolota de algodão dentro da boca, coisa que as pessoas provavelmente pensavam que era caxumba, e tentando estalar os ombros de 15 em 15 segundos... Estava gatinho.
Porém, o que me levou à criação dessa campanha foi ver pendurado em cabos elétricos um par de tênis Nike ou Adidas, não me lembro, quase do meu tamanho. Naquela altura do campeonato eu já não me importava mais se um tênis fosse 32 (calço 43), eu punha no pé, nem que tivesse que usar como salto alto. Enfiar meu pé, pelo menos a parte fronterior, dentro de um tênis e não ter que andar descalço era tudo o que eu queria... Mas não! o desgraçado tinha que ter dados um nó nos cadarços e jogado no poste. Idiota.
Por isso que elaborei uma proposta: Próxima vez que for fazer algo estúpido como jogar um par de tênis no fio elétrico, não faça. Deposite os calçados numa caixa. Alguém pode precisar deles.
P.S.: Ah, para quem não sabe, owned = se ferrou ou ferrado e ownado = ferrado.
15 de setembro de 2007
As massas
As massas não são facilmente influenciadas
As massas são facilmente adaptadas a uma realidade nova.
Ou isso, ou cozidas com molho vermelho.
Fica ao seu critério.
As massas são facilmente adaptadas a uma realidade nova.
Ou isso, ou cozidas com molho vermelho.
Fica ao seu critério.
29 de agosto de 2007
Pensamentos ao léu...
"Your love alone won't save the world" - Manic Street Preachers
"Regras Sociais:
Regra nº 1 - Ao sair de casa para o shopping leve aquelas sacolas de grife que você só comprou UMA vez na vida e olhe lá. Quando comprar algo no shopping, ponhas as sacolas das lojas onde comprou dentro das de grife e caminhe pelo shopping as balançando. Assim todos pensarão que você é rica e poderosa. Ao sair do shopping, porém, passe em um supermercado e substitua todas as sacolas pelas de supermercado. Ladrões obviamente se interessam mais por sacolas de grife do que de supermercado. =)
Esse foi mais um "Teddy avisa".
Nota mental: Criar mais regras"
"Meu cabelo ficou bonito."
E é isso aí... Sendo fútil e vivendo. Faz parte...
"Regras Sociais:
Regra nº 1 - Ao sair de casa para o shopping leve aquelas sacolas de grife que você só comprou UMA vez na vida e olhe lá. Quando comprar algo no shopping, ponhas as sacolas das lojas onde comprou dentro das de grife e caminhe pelo shopping as balançando. Assim todos pensarão que você é rica e poderosa. Ao sair do shopping, porém, passe em um supermercado e substitua todas as sacolas pelas de supermercado. Ladrões obviamente se interessam mais por sacolas de grife do que de supermercado. =)
Esse foi mais um "Teddy avisa".
Nota mental: Criar mais regras"
"Meu cabelo ficou bonito."
E é isso aí... Sendo fútil e vivendo. Faz parte...
23 de agosto de 2007
Medos de Criança
Sabe que eu estava lembrando daquele livro/filme (Sou pseudo-intelectual, então só vi o filme) "To Kill a Mockingbird", ou em português, uma tradução tosca que descobri agora chamada "O Sol é para Todos"... Enfim, o que importa é... No filme, existe um bando de crianças pentelhas que têm medo de um cara que mora no fim da rua e sofre de uma doença mental. O filme não é basicamente sobre isso, mas o que interessa é que eles se aventuram em uma jornada "mucho loca" até a casa desse cara no escuro e tudo o mais...
Isso me fez lembrar dos meus medos de criança. Não que eu tivesse muitos amigos no bairro (Ahn... Sem explicações por aqui), mas eu tinha o grande Matheus/Theta, hoje mais conhecido como "Laderão", e enfim, eu lembro que a gente morava na mesma quadra, mas em ruas diferentes, e bem na nossa esquina tinha um consultório/escritório e que de noite ficava sinistro. A gente se aventurava só de ficar na porta se achando o máximo perto com os garotos mais velhos ("mais velhos" naquela época significava ter 13 anos). Pois é.... Coisas que crianças babacas não fazem, não é mesmo? Aliás, tirem o "babacas", pois é redundância.
Porém o consultório/escritório era fichinha se comparado com a casa no fim da rua da minha vó.
É o seguinte, meu avô e a minha avó moram numa rua pequena, com 4 prédios concentrado em um lado e em um canto da rua, e o resto é tudo casa... Tem, uma, bem na esquina oposta a qual meus avós moram que eu morria de medo. Mas esse era um medo pessoal, que eu não compartilhava com ninguém, até porque não tinha com quem compartilhar. Só o que eu sabia era que aquela casa vermelha tinha um muro grande na frente, e era cheia de árvores dentro, as árvores que pareciam as mais velhas do mundo, e que tinha um anão de jardim em cima do muro ou em algum lugar visível (ou eu inventei, tentando relembrar), e que nunca se foi vista a pessoa que morava lá (não por mim), mas que as luzes sempre estavam acesas, estavam.
Hoje em dia, não tenho mais medo da tal casa, ela ainda existe e eu passo por ela todo dia na volta da escola, mas não tenho mais medo... Hoje as pessoas têm medo de coisas bem mais bobas e sem graças como assaltos, seqüestros e acidentes aéreos...
Blá.
Isso me fez lembrar dos meus medos de criança. Não que eu tivesse muitos amigos no bairro (Ahn... Sem explicações por aqui), mas eu tinha o grande Matheus/Theta, hoje mais conhecido como "Laderão", e enfim, eu lembro que a gente morava na mesma quadra, mas em ruas diferentes, e bem na nossa esquina tinha um consultório/escritório e que de noite ficava sinistro. A gente se aventurava só de ficar na porta se achando o máximo perto com os garotos mais velhos ("mais velhos" naquela época significava ter 13 anos). Pois é.... Coisas que crianças babacas não fazem, não é mesmo? Aliás, tirem o "babacas", pois é redundância.
Porém o consultório/escritório era fichinha se comparado com a casa no fim da rua da minha vó.
É o seguinte, meu avô e a minha avó moram numa rua pequena, com 4 prédios concentrado em um lado e em um canto da rua, e o resto é tudo casa... Tem, uma, bem na esquina oposta a qual meus avós moram que eu morria de medo. Mas esse era um medo pessoal, que eu não compartilhava com ninguém, até porque não tinha com quem compartilhar. Só o que eu sabia era que aquela casa vermelha tinha um muro grande na frente, e era cheia de árvores dentro, as árvores que pareciam as mais velhas do mundo, e que tinha um anão de jardim em cima do muro ou em algum lugar visível (ou eu inventei, tentando relembrar), e que nunca se foi vista a pessoa que morava lá (não por mim), mas que as luzes sempre estavam acesas, estavam.
Hoje em dia, não tenho mais medo da tal casa, ela ainda existe e eu passo por ela todo dia na volta da escola, mas não tenho mais medo... Hoje as pessoas têm medo de coisas bem mais bobas e sem graças como assaltos, seqüestros e acidentes aéreos...
Blá.
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