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19 de julho de 2008

Almost Lovers

http://www.youtube.com/watch?v=l27_6jBq-RE - Assistam!

You fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images

You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick

I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images

And when you left you kissed my lips
You told me you'd never ever forget these images, no

I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine
Did I make it that easy for you
To walk right in and out of my life?

Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

2 de maio de 2008

Brabuleta

Se eu sêsse uma brabuleta
Durada dos zóio azul,
Eu avoía, eu avoía,
Tomanu suco de cajú!


Que pena que eu não sou uma brabuleta.

22 de abril de 2008

Alegria!

Ok, eu sei que não posto há um tempo, mas era pura preguiça! o/

Permitam-me contar uma história feliz...

Era uma vez um garoto que morava com os avós por tempo indeterminado. Certo dia, sua avó foi para São Paulo com seu tio que morava nos Estados Unidos. Eles foram ao Shopping Morumbi, passar um dia agradável. Lá seu tio comprou muitas roupas, pois elas estavam mais baratas que no país onde ele residia. Como comprou várias roupas, gastou bastante dinheiro. Acontece que no shopping Morumbi, nesse dia, estava havendo uma promoção. Se alguém gastasse um valor X de reais, levava um ingresso para o Cirque du Soleil. Meu tio gastou 2X. Logo, ele ganhou dois ingressos. =)

Ele não poderia ir, pois estaria lá na América do Norte, portanto deu os ingressos para a mãe. Ela, a vó do menino, resolveu que ia com seu marido, o avô do garoto. Mas o avô não quis ir, e então a vó propôs para a sua filha mais nova, a tia do garoto (a mãe era a filha do meio), ir com ela. A tia aceitou na hora! Porém, ela não sabia dirigir, e avó, mesmo sabendo, não dirigia em estradas pois tinha medo. Ficou decidido que o marido dessa tia as levaria e buscaria.

Porém, esse marido, tio e genro teve que viajar para a Bahia, a negócios, e não pôde estar presente para ir. A vó, então, chamou o neto, que já havia se manifestado com o desejo de assistir ao espetáculo. Eles decidiram, após certo desentendimento, que iriam com um motorista, que os esperaria em São Paulo.

Os dois partiram e chegaram ao Parque Villa-Lobos. Se sentaram nos seus lugares com pipoca e refrigerante e esperaram o show começar.

E então, foi tudo perfeito. Os mestres-de-cerimônia, a cantora, a banda, os contra-regras, os trapezistas, a malabarista, as contorcionistas, os palhaços, o equilibrista, os acrobatas, as dançarinas, o trabalho de artes plásticas, de iluminação e de sonoplastia. Todos funcionando como personagens. Não eram só acrobatas, malabaristas ou contorcionistas, eram dançarinos e atores também. Parte de uma trama maior: A Alegria!

Enquanto se apresentavam, mil histórias surgiam na mente do rapaz. O equilibrista que aprendera a saltar e se equilibrar para não cair nas ruas perigosas de onde cresceu, o palhaço triste que arranjou na risada um refúgio. A cantora que observava tudo isso com pena e impotência. Falando assim, parece que ele só absorveu coisas tristes de Alegria. Mas toda história, para ser alegre, tem que ter tido um momento ruim antes. Se ela fosse alegre por toda sua existência, seria sem sentido. Pois não haveria a consciência do que é alegre sem a presença do triste. E a parte alegre de todas as histórias melancólicas que surgiam na mente do rapaz, era o próprio espetáculo, a Alegria em si.

O êxtase era tanto, que no intervalo do espetáculo e depois, todo o mundo parecia diferente. As peças a venda colaboravam para isso. Máscaras, chapéus, camisetas bem bonitas, bolas de cristal, mas era tudo muito caro, infelizmente. Então ele se arranjou com uma caneca maravilhosa, mas que era de outro espetáculo, o Saltimbanco, e arranjou para a amiga Arlequina um broche da personagem da cantora, que se assemelhava muito à imagem da Colombina.

Voltou para casa feliz, e sonhou com as luzes, cores e sons de um grande espetáculo e marco da sua vida! =D

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Ai, mania essa de falar em terceira pessoa. =D

9 de março de 2008

YEY!

J'ai compris beaucoup de chose que les journalistes a dit aujourd'hui dans TV5 Monde.

YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)

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Ok, relevem isso acima.

Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P

Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.

Por um lado: =)

Por outro: =(

Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.

17 de fevereiro de 2008

Periquito

Ok, eu já comecei esse maldito post 3 vezes, sem sucesso, com vários assuntos diferentes. Mas enfim...

Decidi por contar um causo que me aconteceu fazem alguns meses. (Percebam minha memória infeliz que preferiu guardar isso ao invés da matéria de física.)

Lá para Setembro ou Outubro, eu estava indo para o ponto de ônibus, e vi um cara virando a rua. Ok, nada de anormal sobre isso. Mas, ele tinha um periquito no ombro.
E o bichinho tava livre. Não reparei se as asas dele estavam cortadas, mas acho que não. Se não estivessem mesmo aquilo é o cúmulo ou do carinho que ele tem pelo dono, ou da comodidade que ele tem vivendo com o dono ou do treinamento que o dono deu para ele.

Não sei qual resposta é a mais lógica, mas a minha mente romântica e ingênua (só quando quer também, né?) prefere pensar que é a primeira opção. A devoção do periquito para com seu dono.

Enfim, fico por aqui, porque tenho preguiça de digitar, está muito calor, e não sei como avançar nesse assunto.

Até a próxima postagem. =D

25 de agosto de 2007

Suspiros e reclamações

Suspirou uma vez e se sentou sobre um cogumelo que parecesse resistente. Olhou em volta e notou a quantidade de cogumelos parecidos que encontrava espalhados pelo chão. Eles variavam em cores e tamanhos. Também observou os gnomos que andavam ocupados no jardim, fazendo mil tarefas, entre elas planejar o jantar daquela noite: uma criança gordinha e apetitosa. Viu, sem um piscar de olhos, grandes fênixes no céu a voar despreocupadas e também duendes adolescentes comentando com suas gírias sobre mil-e-uma maneiras de enfeitar seus gorros.

Levantou-se devagarzinho e caminhou em direção à fonte de águas mágicas, passando pelo caminho elfos, grifos e doninhas falantes. Aquela fada se apoiou sobre a mármore da fonte e ficou observando nas águas as pessoas que lá eram visíveis.

Eram seres humanos, nada mais do que isso. Andando em calçadas pavimentadas, escutando I-pods, correndo, indo ao trabalho de ônibus, sendo assaltados, sorrindo de alegria, chorando de raiva, perdidos em emoções e muitas vezes expressando opacidade.


Foi então que a fada suspirou outra vez e deixou sair baixinho, mais para si mesma do que para qualquer outro: Que vida sem graça a minha.