http://www.youtube.com/watch?v=l27_6jBq-RE - Assistam!
You fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick
I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left you kissed my lips
You told me you'd never ever forget these images, no
I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine
Did I make it that easy for you
To walk right in and out of my life?
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
I should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
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19 de julho de 2008
2 de maio de 2008
Brabuleta
Se eu sêsse uma brabuleta
Durada dos zóio azul,
Eu avoía, eu avoía,
Tomanu suco de cajú!
Que pena que eu não sou uma brabuleta.
22 de abril de 2008
Alegria!
Ok, eu sei que não posto há um tempo, mas era pura preguiça! o/
Permitam-me contar uma história feliz...
Era uma vez um garoto que morava com os avós por tempo indeterminado. Certo dia, sua avó foi para São Paulo com seu tio que morava nos Estados Unidos. Eles foram ao Shopping Morumbi, passar um dia agradável. Lá seu tio comprou muitas roupas, pois elas estavam mais baratas que no país onde ele residia. Como comprou várias roupas, gastou bastante dinheiro. Acontece que no shopping Morumbi, nesse dia, estava havendo uma promoção. Se alguém gastasse um valor X de reais, levava um ingresso para o Cirque du Soleil. Meu tio gastou 2X. Logo, ele ganhou dois ingressos. =)
Ele não poderia ir, pois estaria lá na América do Norte, portanto deu os ingressos para a mãe. Ela, a vó do menino, resolveu que ia com seu marido, o avô do garoto. Mas o avô não quis ir, e então a vó propôs para a sua filha mais nova, a tia do garoto (a mãe era a filha do meio), ir com ela. A tia aceitou na hora! Porém, ela não sabia dirigir, e avó, mesmo sabendo, não dirigia em estradas pois tinha medo. Ficou decidido que o marido dessa tia as levaria e buscaria.
Porém, esse marido, tio e genro teve que viajar para a Bahia, a negócios, e não pôde estar presente para ir. A vó, então, chamou o neto, que já havia se manifestado com o desejo de assistir ao espetáculo. Eles decidiram, após certo desentendimento, que iriam com um motorista, que os esperaria em São Paulo.
Os dois partiram e chegaram ao Parque Villa-Lobos. Se sentaram nos seus lugares com pipoca e refrigerante e esperaram o show começar.
E então, foi tudo perfeito. Os mestres-de-cerimônia, a cantora, a banda, os contra-regras, os trapezistas, a malabarista, as contorcionistas, os palhaços, o equilibrista, os acrobatas, as dançarinas, o trabalho de artes plásticas, de iluminação e de sonoplastia. Todos funcionando como personagens. Não eram só acrobatas, malabaristas ou contorcionistas, eram dançarinos e atores também. Parte de uma trama maior: A Alegria!
Enquanto se apresentavam, mil histórias surgiam na mente do rapaz. O equilibrista que aprendera a saltar e se equilibrar para não cair nas ruas perigosas de onde cresceu, o palhaço triste que arranjou na risada um refúgio. A cantora que observava tudo isso com pena e impotência. Falando assim, parece que ele só absorveu coisas tristes de Alegria. Mas toda história, para ser alegre, tem que ter tido um momento ruim antes. Se ela fosse alegre por toda sua existência, seria sem sentido. Pois não haveria a consciência do que é alegre sem a presença do triste. E a parte alegre de todas as histórias melancólicas que surgiam na mente do rapaz, era o próprio espetáculo, a Alegria em si.
O êxtase era tanto, que no intervalo do espetáculo e depois, todo o mundo parecia diferente. As peças a venda colaboravam para isso. Máscaras, chapéus, camisetas bem bonitas, bolas de cristal, mas era tudo muito caro, infelizmente. Então ele se arranjou com uma caneca maravilhosa, mas que era de outro espetáculo, o Saltimbanco, e arranjou para a amiga Arlequina um broche da personagem da cantora, que se assemelhava muito à imagem da Colombina.
Voltou para casa feliz, e sonhou com as luzes, cores e sons de um grande espetáculo e marco da sua vida! =D
--------------------------------
Ai, mania essa de falar em terceira pessoa. =D
Permitam-me contar uma história feliz...
Era uma vez um garoto que morava com os avós por tempo indeterminado. Certo dia, sua avó foi para São Paulo com seu tio que morava nos Estados Unidos. Eles foram ao Shopping Morumbi, passar um dia agradável. Lá seu tio comprou muitas roupas, pois elas estavam mais baratas que no país onde ele residia. Como comprou várias roupas, gastou bastante dinheiro. Acontece que no shopping Morumbi, nesse dia, estava havendo uma promoção. Se alguém gastasse um valor X de reais, levava um ingresso para o Cirque du Soleil. Meu tio gastou 2X. Logo, ele ganhou dois ingressos. =)
Ele não poderia ir, pois estaria lá na América do Norte, portanto deu os ingressos para a mãe. Ela, a vó do menino, resolveu que ia com seu marido, o avô do garoto. Mas o avô não quis ir, e então a vó propôs para a sua filha mais nova, a tia do garoto (a mãe era a filha do meio), ir com ela. A tia aceitou na hora! Porém, ela não sabia dirigir, e avó, mesmo sabendo, não dirigia em estradas pois tinha medo. Ficou decidido que o marido dessa tia as levaria e buscaria.
Porém, esse marido, tio e genro teve que viajar para a Bahia, a negócios, e não pôde estar presente para ir. A vó, então, chamou o neto, que já havia se manifestado com o desejo de assistir ao espetáculo. Eles decidiram, após certo desentendimento, que iriam com um motorista, que os esperaria em São Paulo.
Os dois partiram e chegaram ao Parque Villa-Lobos. Se sentaram nos seus lugares com pipoca e refrigerante e esperaram o show começar.
E então, foi tudo perfeito. Os mestres-de-cerimônia, a cantora, a banda, os contra-regras, os trapezistas, a malabarista, as contorcionistas, os palhaços, o equilibrista, os acrobatas, as dançarinas, o trabalho de artes plásticas, de iluminação e de sonoplastia. Todos funcionando como personagens. Não eram só acrobatas, malabaristas ou contorcionistas, eram dançarinos e atores também. Parte de uma trama maior: A Alegria!
Enquanto se apresentavam, mil histórias surgiam na mente do rapaz. O equilibrista que aprendera a saltar e se equilibrar para não cair nas ruas perigosas de onde cresceu, o palhaço triste que arranjou na risada um refúgio. A cantora que observava tudo isso com pena e impotência. Falando assim, parece que ele só absorveu coisas tristes de Alegria. Mas toda história, para ser alegre, tem que ter tido um momento ruim antes. Se ela fosse alegre por toda sua existência, seria sem sentido. Pois não haveria a consciência do que é alegre sem a presença do triste. E a parte alegre de todas as histórias melancólicas que surgiam na mente do rapaz, era o próprio espetáculo, a Alegria em si.
O êxtase era tanto, que no intervalo do espetáculo e depois, todo o mundo parecia diferente. As peças a venda colaboravam para isso. Máscaras, chapéus, camisetas bem bonitas, bolas de cristal, mas era tudo muito caro, infelizmente. Então ele se arranjou com uma caneca maravilhosa, mas que era de outro espetáculo, o Saltimbanco, e arranjou para a amiga Arlequina um broche da personagem da cantora, que se assemelhava muito à imagem da Colombina.
Voltou para casa feliz, e sonhou com as luzes, cores e sons de um grande espetáculo e marco da sua vida! =D
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Ai, mania essa de falar em terceira pessoa. =D
15 de março de 2008
Março
E aí?
E aí que eu não sei. Não tenho bola de cristal.
Ai, Março. Mês de Merda. ¬¬
Jesus morreu na cruz por mim. É... Pois é. Valeu irmão!
E aí que eu não sei. Não tenho bola de cristal.
Ai, Março. Mês de Merda. ¬¬
Jesus morreu na cruz por mim. É... Pois é. Valeu irmão!
9 de março de 2008
YEY!
J'ai compris beaucoup de chose que les journalistes a dit aujourd'hui dans TV5 Monde.
YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)
--------------------------------------------------------
Ok, relevem isso acima.
Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P
Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.
Por um lado: =)
Por outro: =(
Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.
YEY! Je pense que j'apprendrai français encore. =)
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Ok, relevem isso acima.
Sem muita inspiração. Só para não deixar aquele post ali reinar sobre os outros. =P
Sinto saudades de algumas coisas. Não só de coisas materiais, ou pessoas, ou até coisas que vivi. Mas também de coisas que não vivi, pessoas que não conheci... E principalmente, sinto saudades de quem eu costumava ser. Do que costumava fazer e como costumava agir. Aiai, com o decorrer da vida a gente não percebe como muda. Só quando olha pra trás.
Por um lado: =)
Por outro: =(
Acho que é isso que caracteriza saudades. Lembrar com tristeza e com felicidade.
22 de agosto de 2007
Dia de Faxina
Para estrear nada melhor do que um poeminha um tanto quanto infantil e mal-feito, feito por mim. Momentos de inspiração insana.
Dia de faxina.
Minha doce sonequinha
Vai ter que esperar.
Dia de faxina.
Escolho a cozinha.
Vou me superar!
Lava louça,
Seca louça,
Guarda louça,
Poxa!
Tira aqui,
Põe ali,
Para quê...?
- Pára aqui!
Já acabou?
- Mãe, já vou!
Dia de faxina.
Tudo brilha.
Eu suspiro,
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